Haiku, o Sistema Operacional do Google

O Haiku é um Sistema Operacional OpenSource derivado do BeOS. O BeOS, por sua vez, foi descontinuado em 2001 quando a Be Incorporated, empresa proprietária do sistema, fora adquirida pela Palm.

Também conhecido como OpenBeOS, o Haiku rasteja à anos em busca de estabilidade e algum reconhecimento. Trata-se de um sistema repleto de bugs e incompatibilidade de drivers.

Ainda assim, o Haiku foi muito elogiado pelo Google. Somando isso ao fato de o Google bancar alguns estudantes bitolados do projeto, criou-se uma suspeita de interesse do gigante das buscas nos códigos-fonte do Haiku. Dizem que o Google estaria utilizado o Haiku como base de desenvolvimento para o seu Sistema Operacional.

A seguir, imagens da interface do Haiku:


Não duvido que o Google vá utilizar o Haiku. Porém, quando lembro que estou falando do Google, uma empresa que vive de programação, acho pouco provável que se baseie em um sistema tão deficiente.

Utilizar o Haiku como base de seu sistema seria aceitar uma condição apequenada em um mercado de tiranos.

O Ubuntu, por exemplo, excelente sistema que é, não ocupa o espaço que merece no mercado por falta de credibilidade. O que seria do “GoogleOS Built on Haiku Technology”?

O sistema operacional do Google seguirá outro caminho. Atingirá em cheio as necessidades dos usuários e se mostrará compatível, transmitirá segurança e terá credibilidade, do contrário morrerá como o BeOS e não vingará como o Haiku.

Site oficial: http://www.haiku-os.org/

2 thoughts on “Haiku, o Sistema Operacional do Google”

  1. Relembrando esse post postado à 3 anos atrás, o HAIKU já está BEM MELHOR.
    Na verdade é o suporte do Google (e outras empresas menores) que está mantendo o projeto ativo.

    Ainda falta um pouco, mais o sistema pode tomar uma fatia do Linux nos Desktops caseiros, já que é bem mais fácil e intuitivo para os leigos e a instalação de aplicativos e tão fácil quanto o windows.

    Leve como uma pluma o sistema ainda é instável na versão alpha, mas a compatibilidade com aplicações antigas do BeOS R5 e os ports de aplicativos freeware para o Haiku com certeza vão colocar o sistema no mapa, não deixando de lado seu poder de uso em hardware hoje tido como obsoleto.

    Além de usuários antigos do BeOS/Zeta o Haiku pode atrair muitos usuários Linux e Windows com seus encantos.

    Veremos o que o futuro reserva ao Haiku, mas, com certeza não será a morte lenta que teve o BeOS…
    T+

  2. 10 anos depois eu volto aqui e vejo como é engraçado notar que você acertou em cheio na previsão. O Fuchsia não é mais do que um filhote bastardo do Haiku.

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