<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog Porta 80 &#187; Linux</title>
	<atom:link href="http://www.blogporta80.com.br/category/linux/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.blogporta80.com.br</link>
	<description>Por que não há lugar como localhost!</description>
	<lastBuildDate>Sat, 28 Jan 2012 14:24:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Artigos &gt; Adicionando repositório Rpmforge no Redhat</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2012/01/22/artigos-adicionando-repositorio-rpmforge-no-redhat/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2012/01/22/artigos-adicionando-repositorio-rpmforge-no-redhat/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 21:38:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Centos]]></category>
		<category><![CDATA[RedHat]]></category>
		<category><![CDATA[RPM]]></category>
		<category><![CDATA[yum]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3701</guid>
		<description><![CDATA[A distribuição Redhat trabalha sob licenciamento. Isso significa que, para baixar pacotes dos repositórios oficiais da distribuição, é preciso possuir licença. Esse controle é feito através do registro do servidor na Redhat Network, ou RHN. Apesar disso, o uso do sistema operacional da Redhat pode ser feito sem licenciamento. As licenças se aplicam apenas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2012/01/22/redhat-banner.jpg" width="450"></center></p>
<p>A distribuição <strong>Redhat</strong> trabalha sob licenciamento. Isso significa que, para baixar pacotes dos repositórios oficiais da distribuição, é preciso possuir licença. Esse controle é feito através do registro do servidor na <strong>Redhat Network</strong>, ou <strong>RHN</strong>.</p>
<p>Apesar disso, o uso do sistema operacional da Redhat pode ser feito sem licenciamento. As licenças se aplicam apenas para o uso dos repositórios.</p>
<p>Assim, quem desejar trabalhar com Redhat e não quiser utilizar o <strong>Centos</strong>, que nada mais é do que o Redhat recompilado e rebatizado, pode configurar repositórios &#8220;externos&#8221;.</p>
<p>Aqui, adicionaremos o repositório <a href="http://pkgs.repoforge.org/" target="_blank">Rpmforge</a>, um dos mais completos.</p>
<p>São poucos passos. Vejamos:</p>
<p>Com acesso root ou via sudo, criaremos um arquivo chamado &#8220;rpmforge.repo&#8221; em <strong>/etc/yum.repos.d</strong>:</p>
<p>1 &#8211; Com o <strong>Vi</strong>, abra o novo arquivo:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">vi /etc/yum.repos.d/rpmforge.repo</pre>
<p>2 &#8211; Insira o seguinte conteúdo:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">
[rpmforge]
name = Red Hat Enterprise $releasever - RPMforge.net - dag
baseurl = http://apt.sw.be/redhat/el5/en/$basearch/dag
mirrorlist = http://apt.sw.be/redhat/el5/en/mirrors-rpmforge
gpgkey = file:///etc/pki/rpm-gpg/RPM-GPG-KEY-rpmforge-dag
enabled = 1
protect = 0
gpgcheck = 0
</pre>
<p>3 &#8211; Saia do <strong>Vi</strong> salvando o arquivo.</p>
<p>Com o arquivo /etc/yum.repos.d/rpmforge.repo criado, rode o comando a seguir para verificar se deu certo:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">yum repolist</pre>
<p>A saída do comando anterior deve ser similar à imagem seguir:</p>
<p><center><a href="http://blogporta80.com.br/conteudo/2012/01/22/rpmforge.png" rel="lightbox[3701]"><img src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2012/01/22/rpmforge.png" width="450"></a></center></p>
<p>Pronto. Você pode começar a instalar/atualizar pacotes.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Eu, particularmente, preferiria utilizar o <strong>Centos</strong> ao <strong>Redhat sem licença</strong>. Mas se trabalhar com Redhat é um requisito para você, seus sistemas, etc, adquira uma licença. Há vantagens em fazer isso, como relatórios de vulnerabilidades (<strong>erratas</strong>) através do site da empresa.</p>
<p>Abraços!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2012/01/22/artigos-adicionando-repositorio-rpmforge-no-redhat/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo &#8211; Fix para erro Failed to execute default File Manager no Gnome 3</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2012/01/02/artigo-fix-para-erro-failed-to-execute-default-file-manager-no-gnome-3/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2012/01/02/artigo-fix-para-erro-failed-to-execute-default-file-manager-no-gnome-3/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 23:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Gnome]]></category>
		<category><![CDATA[KDE]]></category>
		<category><![CDATA[Workarounds]]></category>
		<category><![CDATA[XFCE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3666</guid>
		<description><![CDATA[Trabalho com três interfaces no meu desktop: Gnome 3, XFCE e KDE (Sei, sei&#8230; isso não é recomendável). Recentemente, comecei a receber a mensagem de erro destacada a seguir: &#8220;Failed to execute default File Manager. Failed to execute child process &#8220;file-system&#8221; (No such file or directory)&#8221;. Isso é um conflito entre Gnome 3 e XFCE. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalho com três interfaces no meu desktop: <b>Gnome 3</b>, <b>XFCE</b> e <b>KDE</b> (Sei, sei&#8230; isso não é recomendável).</p>
<p>Recentemente, comecei a receber a mensagem de erro destacada a seguir:</p>
<blockquote><p><center><img src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2012/01/02/failed_to_execute_default_file_manager_gnome3.png"></center></p>
<p>&#8220;Failed to execute default File Manager.<br />
Failed to execute child process &#8220;file-system&#8221; (No such file or directory)&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Isso é um conflito entre Gnome 3 e XFCE. É possível resolvê-lo editando a linha 4 do arquivo &#8220;/usr/share/applications/exo-file-manager.desktop&#8221;.</p>
<p>Segue o conteúdo original da linha 4:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">Exec=exo-open --launch FileManager %u</pre>
<p>Basta substituir por:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">Exec=nautilus %u</pre>
<p>Uma baita <s>gambiarra</s> adaptação técnica. Mas como disse, é um Fix.</p>
<p>O arquivo pertence ao pacote &#8220;Exo&#8221; do <strong>XFCE</strong>.</p>
<p>O ideal é não ter mais de uma interface, pois podem haver conflitos pontuais, como esse. O problema de ficar fazendo <s>gambiarras</s> adaptações técnicas é que, com as atualizações, os ajustes serão perdidos e os conflitos voltarão.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2012/01/02/artigo-fix-para-erro-failed-to-execute-default-file-manager-no-gnome-3/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Videos &gt; 20º aniversário da Linux Fundation</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/09/21/videos-20-aniversario-da-linux-fundation/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/09/21/videos-20-aniversario-da-linux-fundation/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 20:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux Foundation]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3593</guid>
		<description><![CDATA[O vídeo acima foi criado em comemoração ao vigésimo aniversário da Linux Foundation. Ele nos mostra, de forma bem resumida, a história do Linux até os dias de hoje. Bastante inspirador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><iframe width="95%" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/5ocq6_3-nEw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>O vídeo acima foi criado em comemoração ao vigésimo aniversário da Linux Foundation. Ele nos mostra, de forma bem resumida, a história do Linux até os dias de hoje.</p>
<p>Bastante inspirador.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/09/21/videos-20-aniversario-da-linux-fundation/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Linux &gt; Comandos do VIM em imagem de teclado</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/09/20/linux-comandos-do-vim-em-imagem-de-teclado/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/09/20/linux-comandos-do-vim-em-imagem-de-teclado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 00:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curtas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Terminal]]></category>
		<category><![CDATA[Vi]]></category>
		<category><![CDATA[VIM]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3568</guid>
		<description><![CDATA[O vi é um editor de texto em modo texto padrão em todas distribuições Linux. Muito utilizado na elaboração e/ou edição de scripts, o vi é escolha de 8 em cada 10 profissionais de Linux. Já o vim é uma implementação no vi. Ele nos dá cores à tela preta do terminal do Linux (dramático?). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><a href="http://blogporta80.com.br/conteudo/2011/09/20/vi-vim-cheat-sheet.gif" rel="lightbox[3568]"><img src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2011/09/20/vi-vim-cheat-sheet.gif" width="590"></a></center></p>
<p>O vi é um editor de texto em modo texto padrão em todas distribuições Linux. Muito utilizado na elaboração e/ou edição de scripts, o vi é escolha de 8 em cada 10 profissionais de Linux.</p>
<p>Já o vim é uma implementação no vi. Ele nos dá cores à tela preta do terminal do Linux (dramático?).</p>
<p>Na imagem acima vemos os atalhos do vi/vim. Com eles, podemos interagir com o vi/vim com maior agilidade. O fato de não ter interface nos faz necessitar de atalhos no vi. Como são muitos, fica difícil decorar, mas não fica difícil com a ajuda desta imagem.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/09/20/linux-comandos-do-vim-em-imagem-de-teclado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Linux &gt; Gnome 3, KDE e XFCE sem conflitos</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/09/07/linux-gnome-3-kde-e-xfce-sem-conflitos/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/09/07/linux-gnome-3-kde-e-xfce-sem-conflitos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 18:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Gnome]]></category>
		<category><![CDATA[KDE]]></category>
		<category><![CDATA[XFCE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3545</guid>
		<description><![CDATA[Possuo 3 interfaces instaladas nos meus desktops (casa, notebook e escritório) com Linux Fedora: Gnome 3 KDE XFCE Existem conflitos entre eles? Há quem diga que existem muitos conflitos, mas eu não percebo isso. O que percebo é que o Nautilus (Gerenciador de Arquivos do Gnome) é executado em background junto com o KDE e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://www.blogporta80.com.br/conteudo/2011/09/07/gnome_kde_xfce.png"></center></p>
<p>Possuo 3 interfaces instaladas nos meus desktops (casa, notebook e escritório) com <strong>Linux Fedora</strong>:</p>
<ul>
<li>Gnome 3</li>
<li>KDE</li>
<li>XFCE</li>
</ul>
<p>Existem conflitos entre eles? Há quem diga que existem muitos conflitos, mas eu não percebo isso.</p>
<p>O que percebo é que o <strong>Nautilus</strong> (Gerenciador de Arquivos do Gnome) é executado em background junto com o <strong>KDE</strong> e <strong>XFCE</strong>. Isso causa alguns comportamentos estranhos, por exemplo, no ALT+TAB. Para evitá-los, basta encerrar o processo do Nautilus usando <strong>pkill</strong>:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">pkill -9 nautilus</pre>
<p>Pontualmente, um ou outro conflito podem surgir. Mas se você gosta de estar &#8220;conectado&#8221; com as funcionalidades das principais interfaces, como eu, vale a pena manter os 3, pois a incidência de conflitos é mínima.</p>
<p>Ah a harmonia&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/09/07/linux-gnome-3-kde-e-xfce-sem-conflitos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo &gt; Atualização do MySQL para 5.5</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/08/22/artigo-atualizacao-do-mysql-para-5-5/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/08/22/artigo-atualizacao-do-mysql-para-5-5/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 01:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[MySQL]]></category>
		<category><![CDATA[Sysadmin]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3511</guid>
		<description><![CDATA[O MySQL é um sistema de gerenciamento de bancos de dados (SGBD) largamente utilizado por ser rápido, estável, seguro e gratuito. Recentemente tive um problema na atualização da versão 5.1 para 5.5 no Linux CentOS. A dificuldade ocorreu na hora de subir o serviço já com a nova versão. Era exibida a seguinte mensagem: Starting [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://www.blogporta80.com.br/conteudo/2011/08/22/mysql.png"></center></p>
<p>O <strong>MySQL</strong> é um sistema de gerenciamento de bancos de dados (<strong>SGBD</strong>) largamente utilizado por ser rápido, estável, seguro e gratuito.</p>
<p>Recentemente tive um problema na atualização da versão 5.1 para 5.5 no Linux CentOS.</p>
<p>A dificuldade ocorreu na hora de subir o serviço já com a nova versão. Era exibida a seguinte mensagem:</p>
<blockquote><p>Starting MySQL (Percona Server)&#8230;&#8230;&#8230;.. ERROR! The server quit without updating PID file (/var/lib/mysql/HOSTNAME.pid).</p></blockquote>
<p>O problema no start do MySQL era causado pela variável &#8220;<strong>record_buffer</strong>&#8221; setada no my.cnf. O nome da variável mudou para r<strong>ead_buffer_size</strong>.Portanto, o MySQL a considerava desconhecida e não subia.</p>
<p>Bastou editar o /etc/my.cnf e voila! MySQL no ar.</p>
<p>O caminho do my.cnf no Centos é <strong>/etc/my.cnf</strong>.</p>
<p>A seguir, o passo-a-passo para atualização do MySQL:</p>
<p>1 &#8211; Remover os pacotes instalados sem remover suas pendências. Para isso, use o comando:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">rpm -e pacote --nodeps</pre>
<p>2 &#8211; Instalar os novos pacotes utilizando o yum;</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">yum install pacote</pre>
<p>3 &#8211; Editar o /etc/my.cnf como descrito acima;</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">vim /etc/my.cnf</pre>
<p>4 &#8211; Atualizar a estrutura de tabelas com o comando mysql_upgrade.</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">mysql_upgrade -pSENHA-DE-ROOT</pre>
<p>Neste ponto, seu MySQL estará atualizado para a versão 5.5.</p>
<p>Abraços!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/08/22/artigo-atualizacao-do-mysql-para-5-5/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Videos &gt; Microsoft and Linux</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/08/21/videos-microsoft-and-linux/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/08/21/videos-microsoft-and-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 02:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curtas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>
		<category><![CDATA[Linux Foundation]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3503</guid>
		<description><![CDATA[Bonita homenagem da Micrososft à Linux Foundation pelos 20 anos do Linux. Sinceramente, vejo pretenções nessa homenagem, mas admito que ficou legal. Sincera mesmo foi a homenagem do pessoal do KDE à equipe de desenvolvimento do Gnome 3. Eles batizaram um release do KDE com o codinome Congrats, em homenagem ao lançamento do Gnome 3.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="95%" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/ZA2kqAIOoZM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Bonita homenagem da <strong>Micrososft</strong> à <strong>Linux Foundation</strong> pelos 20 anos do <strong>Linux</strong>.</p>
<p>Sinceramente, vejo pretenções nessa homenagem, mas admito que ficou legal.</p>
<p>Sincera mesmo foi a homenagem do pessoal do <strong>KDE</strong> à equipe de desenvolvimento do <strong>Gnome 3</strong>. Eles batizaram um release do KDE com o codinome <strong>Congrats</strong>, em homenagem ao lançamento do Gnome 3.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/08/21/videos-microsoft-and-linux/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo &gt; Instalação do Libreoffice no Fedora</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/07/19/artigo-instalacao-do-libreoffice-no-fedora/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/07/19/artigo-instalacao-do-libreoffice-no-fedora/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 09:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Centos]]></category>
		<category><![CDATA[Fedora]]></category>
		<category><![CDATA[LibreOffice]]></category>
		<category><![CDATA[Office]]></category>
		<category><![CDATA[Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[RedHat]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3376</guid>
		<description><![CDATA[O LibreOffice é a suíte office sucessora do OpenOffice e a mais completa para desktop Linux. Disponível para várias distribuições, o LibreOffice é perfeitamente compatível com o Office da Microsoft, inclusive no que se refere a documentos .docx, .xlsx. No Fedora, a instalação ainda não é feita via repositório. É preciso baixar os pacotes no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2011/07/19/LibreOffice.png" width="95%"></center></p>
<p>O <strong>LibreOffice</strong> é a suíte office sucessora do <strong>OpenOffice</strong> e a mais completa para desktop Linux. Disponível para várias distribuições, o LibreOffice é perfeitamente compatível com o Office da Microsoft, inclusive no que se refere a documentos .docx, .xlsx.</p>
<p>No <strong>Fedora</strong>, a instalação ainda não é feita via repositório. É preciso baixar os pacotes no site oficial e instalar manualmente. Nada de outro mundo.</p>
<p>A seguir, veremos como fazer esta instalação.</p>
<p>1 &#8211; Primeiro, obtenha os pacotes no site <a target="_blank" href="http://www.libreoffice.org">http://libreoffice.org/</a>. Além do pacote de instalação, baixe também o pacote de idioma pt_BR, caso queira sua suíte em português.</p>
<p>2 &#8211; Após o download, descompacte o arquivo. Exemplo:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">tar xzvf LibO_3.4.1_Linux_x86_install-rpm_en-US.tar.gz</pre>
<p>Com isso, será criado um diretório com 2 subdiretórios; readme e RPMS.</p>
<p>3 &#8211; Entre no diretório RPMS com o comando cd:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">cd LibO_3.4.1rc3_Linux_x86_install-rpm_en-US/RPMS</pre>
<p>4 &#8211; Aqui, faremos a instalação usando o comando Yum:</p>
<p>yum install *.rpm</p>
<table width="100%" align="center" border="0">
<td width="44" align="center"><img src="arquivosDoSite/observacao.png"></td>
<td width="100%"> Nota: É preciso ser root ou ter privilégio para instalar pacotes</td>
</table>
<p>5 &#8211; Feita a instalação dos pacotes RPM, ainda dentro da pasta RPMS, entre na pasta <strong>desktop-integration</strong>:</p>
<p><strong>cd desktop-integration</strong></p>
<p>6 &#8211; Instale o pacote <strong>libreoffice3.4-redhat-menus-3.4-103.noarch.rpm</strong> para interar o LibreOffice à sua interface gráfica do Fedora:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">yum install libreoffice3.4-redhat-menus-3.4-103.noarch.rpm</pre>
<p>Pronto, os aplicativos do LibreOffice já devem estar disponíveis no seu menu de aplicativos.</p>
<p>7 &#8211; Agora, instale o pacote de idioma seguindo o mesmo procedimento (descompactar, entrar na pasta e instale via &#8220;yum install *.rpm&#8221;) .</p>
<p>Done. LibreOffice instalado e pronto para ser utilizado. Você pode configurar o idioma no menu Tools > Preferences de cada aplicativo.</p>
<table width="100%" align="center" border="0">
<td width="44" align="center"><img src="arquivosDoSite/observacao.png"></td>
<td width="100%"> Nota: Esses passos podem ser utilizados em RedHat e Centos.</td>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/07/19/artigo-instalacao-do-libreoffice-no-fedora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo &gt; Multiplos terminais com Terminator</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/07/03/artigo-terminator/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/07/03/artigo-terminator/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 Jul 2011 20:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Centos]]></category>
		<category><![CDATA[Console]]></category>
		<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[Fedora]]></category>
		<category><![CDATA[Gnome]]></category>
		<category><![CDATA[Gnome-terminal]]></category>
		<category><![CDATA[KDE]]></category>
		<category><![CDATA[QuadConsole]]></category>
		<category><![CDATA[RedHat]]></category>
		<category><![CDATA[Terminal]]></category>
		<category><![CDATA[Terminator]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3358</guid>
		<description><![CDATA[O Terminator é um console com recuso de múltiplos terminais em uma só janela, como o QuadConsole. Porém, diferentemente do QuadConsole, que trabalha o tempo todo com 4 terminais em uma janela, o Terminator nos possibilita abrir ou fechar terminais de acordo com a nossa necessidade e organizá-los horizontalmente ou verticalmente. Na imagem abaixo, vemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Terminator</strong> é um console com recuso de <strong>múltiplos terminais</strong> em uma só janela, como o <strong><a target="_blank" href="http://www.blogporta80.com.br/2011/03/artigo-quadkonsole-4-terminais-em-uma-janela/">QuadConsole</a></strong>. Porém, diferentemente do QuadConsole, que trabalha o tempo todo com 4 terminais em uma janela, o Terminator nos possibilita abrir ou fechar terminais de acordo com a nossa necessidade e organizá-los horizontalmente ou verticalmente.</p>
<p>Na imagem abaixo, vemos uma janela com 3 terminais; 2 verticais e 1 horizontal:</p>
<p><center><a href="http://www.blogporta80.com.br/conteudo/2011/07/03/terminator.png" alt="Blog Porta 80 - Terminator" rel="lightbox[3358]"><img src="http://www.blogporta80.com.br/conteudo/2011/07/03/terminator.png" width="95%"></a><br />Clique para ampliar</center></p>
<p>O acionamento dos terminais é feito por meio de teclas de atalho. As teclas de atalho são:</p>
<table width="95%" align="center" border="1">
<tr>
<td colspan="2"><strong>Teclas de atalho</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="20%">Ctrl+Shift+E</td>
<td width="80%">Abre novo terminal vertical</td>
</tr>
<tr>
<td width="20%">Ctrl+Shift+O</td>
<td width="80%">Abre novo terminal horizontal</td>
</tr>
<tr>
<td width="20%">Ctrl+Shift+X</td>
<td width="80%">Maximiza ou Minimiza terminal selecionado</td>
</tr>
<tr>
<td width="20%">Ctrl+Shift+W </td>
<td width="80%">Fecha terminal selecionado</td>
</tr>
<tr>
<td width="20%">Ctrl+TAB </td>
<td width="80%">Alterna seleção entre os terminais</td>
</tr>
<tr>
<td width="20%">Ctrl+Shift+N </td>
<td width="80%">Seleciona o próximo terminal</td>
</tr>
<tr>
<td width="20%">Ctrl+Shift+P </td>
<td width="80%">Seleciona o terminal anterior</td>
</tr>
<tr>
<td width="20%">F11</td>
<td width="80%">Maximiza ou minimiza a janela com os terminais</td>
</tr>
</table>
<p></p>
<p>Digamos que ao abrir um novo terminal, você o faça verticalmente, mas depois queira mudar para horizontal. Nesse caso bastará clicar com o mouse na barra de título do terminal e arrastá-la para a posição desejada.</p>
<p>Baseado no <strong>Gnome-Terminal</strong>, o <strong>Terminator</strong> é bastante prático. Podemos definir outras teclas de atalho em <strong>Preferences</strong> (Botão direito dentro da janela > Preferences).</p>
<p>Também podemos customizar o seu visual, deixando a janela do <strong>Terminator</strong> visualmente bonita, com efeitos de transparência, edição de fonte, cores, entre outros.</p>
<p>O Terminator está disponível para distribuições Debian-like (Debian, Ubuntu, etc) e Redhat-like (Redhat, Centos, Fedora, etc) tanto para Gnome, quanto para KDE ou XFCE.</p>
<p>Pode-se instalá-lo via linha de comando, como segue:</p>
<p>Debian-like:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">aptitude install terminator</pre>
<p>Redhat-like:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">yum install terminator</pre>
<p>Ótima ferramenta para melhorar sua produtividade, o Terminator merece um espaço no seu desktop.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/07/03/artigo-terminator/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo &gt; Habilitando configuração de VPN no KDE 4.6.2</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/05/21/artigo-habilitando-configuracao-de-vpn-no-kde-4-6-2/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/05/21/artigo-habilitando-configuracao-de-vpn-no-kde-4-6-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 May 2011 16:07:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Centos]]></category>
		<category><![CDATA[Fedora]]></category>
		<category><![CDATA[KDE]]></category>
		<category><![CDATA[RedHat]]></category>
		<category><![CDATA[Sysadmin]]></category>
		<category><![CDATA[VPN]]></category>
		<category><![CDATA[yum]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3329</guid>
		<description><![CDATA[A instalação default do KDE 4.6.2 não permite a configuração de VPN client-side. Porém, para isso, basta instalar os pacotes knetworkmanager-openvpn e/ou knetworkmanager-pptp. Para distribuições baseadas em Redhat, use o comando abaixo: Você não precisa instalar os dois pacotes. No meu caso, por exemplo, utilizo o PPTP (Point-to-Point Tunneling Protocol) e não o OpenVPN. Logo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A instalação default do <strong>KDE 4.6.2</strong> não permite a configuração de <strong>VPN</strong> client-side.</p>
<p>Porém, para isso, basta instalar os pacotes <strong>knetworkmanager-openvpn</strong> e/ou <strong>knetworkmanager-pptp</strong>.</p>
<p>Para distribuições baseadas em <strong>Redhat</strong>, use o comando abaixo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">yum install knetworkmanager-pptp knetworkmanager-openvpn</pre>
<p>Você não precisa instalar os dois pacotes. No meu caso, por exemplo, utilizo o <strong>PPTP</strong> (Point-to-Point Tunneling Protocol) e não o <strong>OpenVPN</strong>. Logo não precisaria do knetworkmanager-openvpn, mas o instalei mesmo assim para uma necessidade futura.</p>
<p>Com os pacotes instalados, basta agora configurar sua VPN via <strong>System Settings</strong> > <strong>Network Settings</strong> > <strong>VPN</strong> > <strong>Add</strong>.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/05/21/artigo-habilitando-configuracao-de-vpn-no-kde-4-6-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Instalação e configuração do VsFTP</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/05/06/artigo-instalacao-e-configuracao-do-vsftp/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/05/06/artigo-instalacao-e-configuracao-do-vsftp/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 May 2011 21:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[FTP]]></category>
		<category><![CDATA[Sysadmin]]></category>
		<category><![CDATA[VsFTP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3257</guid>
		<description><![CDATA[Os serviços de FTP ainda são uns dos mais utilizados para troca de arquivos em redes privadas e públicas. Contudo, quando não configurados corretamente, podem conter certas vulnerabilidades. Existem vários servidores FTP. Dentre eles, o mais utilizado e considerado o mais seguro é o vsftpd (Very Secure FTP daemon), desenvolvido com enfoque na segurança. Seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os serviços de FTP ainda são uns dos mais utilizados para troca de arquivos em redes privadas e públicas. Contudo, quando não configurados corretamente, podem conter certas vulnerabilidades.</p>
<p>Existem vários servidores FTP. Dentre eles, o mais utilizado e considerado o mais seguro é o <strong>vsftpd</strong> (Very Secure FTP daemon), desenvolvido com enfoque na segurança.</p>
<p>Seu daemon é o vsftpd e seu arquivo de configuração é o <strong>/etc/vsftpd.conf</strong>. Uma das principais características do <strong>vsFTPd</strong> é criar um ambiente <strong>chroot</strong> quando um usuário entra no sistema via FTP, sem necessidade de preparar uma árvore de diretórios especifica para isso.</p>
<p><span id="more-3257"></span></p>
<p>Em primeiro lugar, é necessário criar o diretório base para o FTP, geralmente <strong>/home/ftp</strong> ou <strong>/var/ftp</strong>. Este diretório deve pertencer ao usuário root, e não ter permissão de escrita para o usuário ftp. Caso contrário o vsftpd informará que existe uma brecha de segurança não funcionará corretamente.</p>
<p>As configurações são simples e dificilmente é necessário alterar o padrão. Se o vsftpd não for utilizado através do <strong>initd</strong> ou <strong>xinetd</strong>, a opção listen=YES deve estar presente no arquivo <strong>/etc/vsftpd.conf</strong>.</p>
<p><strong>Características do vsftpd</strong></p>
<p>Além da segurança, estabilidade e velocidade, o vsftpd ainda possui as seguintes características:</p>
<li> Suporte a IPs virtuais;</li>
<li>Suporte a usuários virtuais;</li>
<li>Pode ser executado sob demanda, a partir do inetd ou xinetd, ou como um processo à parte (standalone);</li>
<li>Suporte à limitação de consumo de banda;</li>
<li>Configuração por IP de origem;</li>
<li>Limite de conexões por endereço IP;</li>
<li>Suporte a Ipv6;</li>
<li>Suporte à criptografia através de integração com SSL.</li>
<li>Instalação do vsftpd</li>
<p>Como servidor FTP, será usando o vsftpd. Sua instalação é muito simples, basta executar o seguinte comando:</p>
<p><strong>Em sistema baseados em Debian</strong></p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">aptitude install vsftpd -y</pre>
<p><strong>Em sistemas baseados em Red Hat</strong></p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">yum install vsftpd</pre>
<p><strong>Em Gentoo Linux</strong></p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">emerge vsftpd</pre>
<p><strong>Em Slackware</strong></p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">slackpkg install vsftpd</pre>
<p><strong>Em SUSE Linux</strong></p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">zypper install vsftpd</pre>
<p><strong>Em Mandriva Linux</strong></p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">urpmi vsftpd</pre>
<p>Poderão ocorrer algumas solicitações de remoção de pacotes de outros FTPs por questões de conflitos, mas pode-se perfeitamente seguir adiante.</p>
<p><strong>Configuração do vsftpd</strong></p>
<p>A configuração do vsftpd é feita no arquivo <strong>/etc/vsftpd/vsftpd.conf</strong>. Logo abaixo, um exemplo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">vsftpd.conf
#/etc/vsftpd.conf

#Libera ftpd anônimo.
anonymous_enable=YES

#Permite que os usuários locais efetuem o login.
local_enable=YES

#Permite que os usuários gravem sem seus diretórios pessoais.
write_enable=YES

#Usuários que será utilizado para acesso anônimo.
nopriv_user=ftp

#Habilita a exibição de mensagens para os usuários remotos quando entrarem
#nos diretório. Para que a mensagem seja mostrada, é necessário criar um
#arquivo .message com o conteúdo da mensagem dentro de cada diretório.
dirmessage_enable=YES

#Ativa o log de todos od downloads e uploads.
xferlog_file=/var/log/vsftpd.log

#Permite conexões na porta 20(ftp-dados).
connect_from_port_20=YES

#Define o tempo de desconexão automática por inatividade.
idle_session_timeout=600

#Define que o usuário logado deve ficar preso em seu diretório pessoal
chroot_local_user=YES

#Permite que seja utilizada uma lista com os usuários que não ficaram presos
#no seu diretório pessoal.
chroot_list_enable=YES

#Lista com os usuários que poderam sair do HOME.
chroot_list_file=/etc/vsftpd/chroot-list</pre>
<p>Na tabela abaixo, há uma relação de várias opções que podem ser utilizadas no arquivo de configuração do vsftpd e a descrição detalhada das que estão no exemplo acima:</p>
<p><strong>anonymous_enable=NO</strong>:<br />
Impede o login anônimo. Se seu servidor de FTP for público, o valor deve ser YES</p>
<p><strong>local_enable=YES</strong><br />
Isto permite que os usuários locais efetuem o login. Útil para um servidor privado (nosso caso) como o de um ISP.</p>
<p><strong>write_enable=YES</strong><br />
Permite que esses usuários escrevam em suas pastas por FTP.</p>
<p><strong>local_umask=022</strong><br />
Define as permissões dos arquivos depois do upload. O padrão é 077 (octal), escrita e leitura somente pelo dono.</p>
<p><strong>anon_upload_enable=NO</strong><br />
Ativa o upload anônimo. Este valor deve ser YES se o servidor de FTP for público.</p>
<p><strong>anon_mkdir_write_enable=NO</strong><br />
Ativa a criação de pastas por usuários anônimos.</p>
<p><strong>dirmessage_enable=YES</strong><br />
Permite que o conteúdo do arquivos .message seja exibido caso exita no diretório atual. Um bom uso deste recuso é criar o arquivo .message (o conteúdo deve ser texto puro) e colocar informações sobre a pasta atual.</p>
<p><strong>xferlog_enable=YES</strong><br />
Ativa o log detablhado, que inclui log de upload e download.</p>
<p><strong>connect_from_port_20=YES</strong><br />
Permite conexões na porta 20 (ftp-dados).</p>
<p><strong>chown_uploads=YES</strong><br />
Se esta opção estiver habilitada, cada upload de arquivo executado pelo usuário anônimo terá automaticamente, como dono do arquivo, o usuário especificado na opção chown_username. Não é recomendado que seja feito upload com o usuário root</p>
<p><strong>chown_username=whoever</strong><br />
Permite especificar qual usuário será o dono dos arquivos que forem enviados para o servidor (upload) pelo usuários anônimo.</p>
<p><strong>xferlog_file=/var/log/vsftpd.log</strong><br />
Pode ser especificado em qual arquivo serão registrados os logs do serviço vsftpd. O padrão é /var/log/vsftpd.log.</p>
<p><strong>xferlog_std_format=YES</strong><br />
Se estiver habilitado, o arquivo de log será gerado no formato padrão do ftpd xferlog.</p>
<p><strong>idle_session_timeout=1800</strong><br />
Define o tempo de desconxão automática por inatividade.</p>
<p><strong>data_connection_timeout=120</strong><br />
Tempo permitido de ociosidade (em segundos) em uma conexão antes que o cliente remoto seja desconectado.</p>
<p><strong>nopriv_user=ftpsecure</strong><br />
Esta opção é recomendada para definir um usuário único do sistema, o qual será utilizado pelo servidor FTP que seja totalmente isolado e sem privilégios. Geralmente escolhe-se o usuário nobody.</p>
<p><strong>userlist_enable=YES</strong><br />
Com esta opção ativada, o vsftpd irá carregar uma lista de nome de usuários a partir do arquivo especificado em userlist_file. Se o usuário tentar conectar usando um nome da lista, ele será PROIBIDO de fazer o login. Mesmo digitando a senha corretamente, terá um retorno de erro de acesso.</p>
<p><strong>userlist_deny=YES</strong><br />
Esta opção só será examinada userlist_enable esteja ativada. Ela faz com que os usuários da lista userlist_file sejam negados antes mesmo de solictar a senha. Isso serve para impedir login com senhas nulas, chamadas de cleartext (texto puro).</p>
<p><strong>userlist_file=/etc/vsftpd.user_list</strong><br />
Nesta opção pode ser especificado um arquivo, o qual conterá o nome dos usuários a serem negados pela opção userlist_enable.</p>
<p><strong>check_shell=YES</strong><br />
NOTA: Esta opção só funciona caso não se utilize autenticação via PAM paravsftpd. Se desabilitada, vsftpd não ira checar o /etc/shells para saber se o shell do usuário é válido para conexões locais.</p>
<p><strong>async_abor_enable=YES</strong><br />
Quando esta opção é habilitada, um comando do FTP conhecido como async ABOR é ativado. Alguns clientes de FTP mais antigos podem apresentar problemas se esta opção não estiver habilitada, porém ela representa um futo na segurança.</p>
<p><strong>ascii_upload_enable=YES</strong><br />
Quando habilitada, o modo ASCII de transferência de dados é ativado para uploads.</p>
<p><strong>ascii_download_enable=YES</strong><br />
Quando habilitada, o modo ASCII de transferência de dados é ativado para downloads.</p>
<p><strong>fptd_banner=Bem Vindo ao FTP</strong><br />
O banner de boas vindas, quando é feito login no servidor FTP, pode ser personalizado.</p>
<p><strong>deny_email_enable=YES</strong><br />
Endereços de e-mails anônimos podem ser desabilitados, ou seja, isso proibirá o login de usuários que possuem esse endereços. Prático para combater ataques do tipo DOS.</p>
<p><strong>banned_email_file=/etc/vsftpd.banned_emails</strong><br />
Esta opção anda em conjunto com a deny_email_enable. Pode-se especificar um arquivo onde estarão listados os endereços de e-mails que serão banidos.</p>
<p><strong>chroot_local_user=YES</strong><br />
Define que o usuário conectado deve ficar preso num diretório raiz. Esta opção é útil em servidores de hospedagem.</p>
<p><strong>chroot_list_enable=YES</strong><br />
Habilita uma lista de usuários que estarão presos em um diretório raiz.</p>
<p><strong>chroot_list_file=/etc/vsftpd.chroot_list</strong><br />
Esta opção define qual é o arquivo que irá conter a lista de usuários para chroot.</p>
<p><strong>listen=YES</strong><br />
Define a execução do vsftpd em modo standalone. Se definido como YES, requer background=YES. Se for iniciado pelo xinetd, deve ficar no NO.</p>
<p><strong>text_userdb_names=YES</strong><br />
Ativa a exibição dos nomes de usuários e grupos nas listagens de arquivos e diretório. Se definido como NO serão exibidos do IDs.</p>
<p><strong>use_localtime=YES</strong><br />
Determina a exibição das datas em local time zone.</p>
<p><strong>ls_recurse_enable=YES</strong><br />
Esta opção habilita a utilização do comando ls -R. Não é muito útil já que isso, em grandes diretórios, pode consumir muito recurso.</p>
<p><strong>Segurança</strong></p>
<p>Por questões de segurança, pode-se evitar que determinados usuários conectem via FTP.</p>
<p><strong>userlist_enable=YES</strong><br />
Se esta opção for ativada o vsftpd lerá uma lista de nomes que está na opção do userlist_file(/etc/vsftpd/ftpdusers). Se o usuário tenta acessar o sistema tiver o nome nesse arquivo, terá seu acesso negado antes que sua senha seja perguntada.</p>
<p><strong>Levantando o serviço</strong></p>
<p>Terminada a configuração, pode ser ativado o serviço de FTP a partir do serviço xinetd.</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">/etc/init.d/vsftpd restart</pre>
<p>Rodando FTP sob demanda com <strong>Xinet</strong></p>
<p>O serviço FTP pode ser adicionado ao <strong>Xinet</strong> de forma que seja sob demanda. Para isso, basta desativar as opções de standalone do serviço em /etc/vsftpd/vsftpd.conf, mudando as opções para NO.</p>
<p><strong>#Habilitando para trabalhar em modo Standalone</strong></p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">listen=NO
tcp_wrappers=NO
</pre>
<p>Parar o serviço de FTP</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">/etc/init.d/vsftpd stop</pre>
<p>No arquivo <strong>/etc/xinetd.d/vsftp</strong>, colocar em no a opção disable.</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">vsftp
service ftp
{
disable         = no
socket_type     = stream
wait            = no
user            = root
server          = /usr/sbin/vsftpd
server_args     = /etc/vsftpd/vsftpd.conf
nice            = 10
per_source      = 5
instances       = 200
log_on_success += PID host DURATION
log_on_failure += host
flags           = IPv4
}</pre>
<p>Vamos agora reiniciar o xinetd:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">/etc/init.d/xinetd restart</pre>
<p>Agora a escolha é do usuário trabalhar em standalone ou xinet.</p>
<table width="100%" align="center" border="0">
<td width="44" align="center"><img src="arquivosDoSite/observacao.png"></td>
<td width="100%">Li este artigo no site <a href="http://www.gmsecurity.com.br" target="_blank">http://www.gmsecurity.com.br</a> e o reproduzi na íntegra, sem edição. Parabéns ao autor, Douglas Quintiliano dos Santos.</a> </td>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/05/06/artigo-instalacao-e-configuracao-do-vsftp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo &gt; Apache &gt; Trabalhando com MultiViews</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/04/26/artigo-apache-trabalhando-com-multiviews/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/04/26/artigo-apache-trabalhando-com-multiviews/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 20:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[Apache]]></category>
		<category><![CDATA[MultiViews]]></category>
		<category><![CDATA[Options]]></category>
		<category><![CDATA[Sysadmin]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3213</guid>
		<description><![CDATA[O Multiviews é uma opção da diretiva Options do Apache utilizada para habilitar/desabilitar acesso à arquivos sem informar a sua extensão. Basicamente, ao acessarmos um URL sem extensão, por padrão, estamos buscando um diretório. Se o diretório não existir, o MultiViews faz uma leitura dos arquivos no local onde deveria haver o diretório solicitado. Havendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://www.blogporta80.com.br/conteudo/2011/04/26/apache_logo.gif" alt="Blog Porta 80 - Apache com MultiViews"></center></p>
<p>O <strong>Multiviews</strong> é uma opção da diretiva <strong>Options</strong> do <strong>Apache</strong> utilizada para habilitar/desabilitar acesso à arquivos sem informar a sua extensão.</p>
<p>Basicamente, ao acessarmos um URL sem extensão, por padrão, estamos buscando um diretório. Se o diretório não existir, o MultiViews faz uma leitura dos arquivos no local onde deveria haver o diretório solicitado. Havendo um arquivo com nome correspondente, o MultiViews o utiliza omitindo sua extensão.</p>
<p><strong>Exemplo:</strong> Temos em nosso <strong>FTP</strong> um arquivo chamado &#8220;helloworld.txt&#8221;. Via browser, fazemos uma requisição ao endereço a seguir; http://www.meusite.com.br/helloworld</p>
<p>O &#8220;helloworld&#8221; seria o diretório solicitado. Porém, imagine que não temos esse diretório em nosso FTP, mas temos o arquivo chamado &#8220;helloworld.txt&#8221;. Com o MultiViews habilitado, o acesso ao URL será feito com sucesso ao passo que sem o MultiViews teríamos um erro <strong>404</strong> (arquivo inexistente).</p>
<p>Há casos em que o <em>Administrador de Sistema</em> deve habilitá-lo e há casos que deve desabilitá-lo.</p>
<p>Para <strong>habilitar</strong> o MultiViews, siga os passos abaixo:</p>
<p><strong>1 &#8211; Abra o arquivo de configurações do Apache:</strong></p>
<p>Para servidores baseados em <strong>Debian</strong>:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">vim /etc/apache2/apache2.conf</pre>
<p>Para servidores baseados em <strong>RedHat</strong>:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">vim /etc/httpd/conf/httpd.conf</pre>
<p><strong>2 &#8211; Localize a diretiva &#8220;Options&#8221;, como é exibido à seguir:</strong></p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">&amp;lt;Directory &quot;/var/www/html&quot;&amp;gt;&lt;br&gt;Options Indexes FollowSymLinks Includes&lt;br&gt;&amp;lt;/Directory&amp;gt;</pre>
<p><strong>3 &#8211; Insira o valor &#8220;MultiViews&#8221; ao final da linha &#8220;Options&#8221;. Exemplo:</strong></p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">&amp;lt;Directory &quot;/var/www/html&quot;&amp;gt;&lt;br&gt;Options Indexes FollowSymLinks Includes MultiViews&lt;br&gt;&amp;lt;/Directory&amp;gt;</pre>
<p><strong>4 &#8211; Feito isso, reinicie o Apache</strong>:</p>
<p>Para servidores baseados em <strong>Debian</strong>:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">/etc/init.d/apache2 restart</pre>
<p>Para servidores baseados em <strong>RedHat</strong>:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">/etc/init.d/httpd restart</pre>
<p>Como vimos, o MultiViews permite o acesso à arquivos via browser sem informarmos a extensão. Logo, se desejamos que isso não ocorra, basta seguir os passos acima e remover o MultiViews.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/04/26/artigo-apache-trabalhando-com-multiviews/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo &gt; Problema no Keymaps do Debian</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/03/27/artigo-problema-no-keymaps-do-debian/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/03/27/artigo-problema-no-keymaps-do-debian/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Mar 2011 03:07:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Bug]]></category>
		<category><![CDATA[Debian]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3197</guid>
		<description><![CDATA[Recentemente me deparei com um problema no terminal do Debian Lenny; a letra R maiúscula não funcionava quando a digitava usando Caps Lock. Ou seja, todas a teclas mantiam a caixa alta, menos o R. Exemplo: Roraima quando digitado com Caps Lock acinado ficava: rOrAIMA. Esse foi o meu caso, mas soube que em algumas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2011/03/27/debian.gif" alt="Debian" width="95%"></center></p>
<p>Recentemente me deparei com um problema no terminal do <strong>Debian Lenny</strong>; a letra R maiúscula não funcionava quando a digitava usando <strong>Caps Lock</strong>. Ou seja, todas a teclas mantiam a caixa alta, menos o R.</p>
<p>Exemplo: Roraima quando digitado com Caps Lock acinado ficava: rOrAIMA.</p>
<p>Esse foi o meu caso, mas soube que em algumas situações esse mesmo problema pode ocorrer com outras teclas.</p>
<p>Bem, o motivo é um bug no <strong>keymaps</strong>.</p>
<p>Para resolver, instalei o pacote <strong>KBD</strong> e reiniciei <strong>keymaps</strong>.</p>
<p>Os comandos são:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">aptitude install kbd</pre>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">/etc/init.d/keymaps.sh restart</pre>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/03/27/artigo-problema-no-keymaps-do-debian/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo &gt; QuadKonsole &#8211; 4 terminais em uma janela.</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/03/07/artigo-quadkonsole-4-terminais-em-uma-janela/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/03/07/artigo-quadkonsole-4-terminais-em-uma-janela/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2011 23:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Centos]]></category>
		<category><![CDATA[Console]]></category>
		<category><![CDATA[Fedora]]></category>
		<category><![CDATA[QuadKonsole]]></category>
		<category><![CDATA[RedHat]]></category>
		<category><![CDATA[Terminal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3179</guid>
		<description><![CDATA[O QuadKonsole é um console que, como o nome sugere, trabalha com 4 janelas abertas full-time. Não se pode fechá-las nem abrir uma quinta janela (do contrário, por que &#8220;Quad&#8221; no nome?!). Bem, o QuadKonsole é útil quando se precisa trabalhar com vários terminais simultaneamente, como quando estamos analisando logs rodando tail. O pacote se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>QuadKonsole</strong> é um console que, como o nome sugere, trabalha com 4 janelas abertas full-time.</p>
<p>Não se pode fechá-las nem abrir uma quinta janela (do contrário, por que &#8220;Quad&#8221; no nome?!).</p>
<p><center><a href="http://blogporta80.com.br/conteudo/2011/03/07/quadkonsole.png" rel="lightbox[3179]"><img src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2011/03/07/quadkonsole.png" width="95%"></a></center></p>
<p>Bem, o <strong>QuadKonsole</strong> é útil quando se precisa trabalhar com vários terminais simultaneamente, como quando estamos analisando logs rodando <strong>tail</strong>.</p>
<p>O pacote se chama <strong>quadkonsole.i686</strong> e atende apenas distribuições baseadas em <strong>Redhat</strong>.</p>
<p>Para instalá-lo basta digitar:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">yum install quadkonsole.i686</pre>
<p>Recomendado.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/03/07/artigo-quadkonsole-4-terminais-em-uma-janela/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo &gt; Linux &gt; Script &#8220;loco&#8221; para leitura de logs no Debian</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/02/28/artigo-linux-script-loco-para-leitura-de-logs-no-debian/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/02/28/artigo-linux-script-loco-para-leitura-de-logs-no-debian/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 23:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[Logs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3171</guid>
		<description><![CDATA[Loco é um script Perl feito para facilitar a leitura de logs no Debian. Ele colore as colunas dos arquivos, o que destaca a leitura dos logs. Recurso extremamente útil. Abaixo vemos um arquivo de log usando o Loco: Agora sem Loco: Ele não é nativo, mas está no repositório oficial. Portanto, basta instalá-lo: Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Loco</strong> é um script <strong>Perl</strong> feito para facilitar a leitura de logs no Debian.</p>
<p>Ele colore as colunas dos arquivos, o que destaca a leitura dos logs. Recurso extremamente útil.</p>
<p>Abaixo vemos um arquivo de log usando o Loco:</p>
<p><center><a href="http://blogporta80.com.br/conteudo/2011/02/28/loco_logs.png" rel="lightbox[3171]"><img src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2011/02/28/loco_logs.png" width="100%" alt="Pacote Loco para leitura de logs no Debian"></a></center></p>
<p>Agora sem Loco:</p>
<p><center><a href="http://blogporta80.com.br/conteudo/2011/02/28/loco_logs_2.png" rel="lightbox[3171]"><img src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2011/02/28/loco_logs_2.png" width="100%" alt="Pacote Loco para leitura de logs no Debian"></a></center></p>
<p>Ele não é nativo, mas está no repositório oficial. Portanto, basta instalá-lo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">aptitude install loco</pre>
<p>Não é preciso configurá-lo nem nada. Basta utilizá-lo da seguinte forma:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">cat arquivo-de-log | loco</pre>
<p>Exemplo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">cat /var/log/message | loco</pre>
<p>Ou</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">loco /var/log/message</pre>
<p>Também funciona com <strong>tail</strong>, <strong>tac</strong> e <strong>less</strong>.</p>
<p>Forte abraço!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/02/28/artigo-linux-script-loco-para-leitura-de-logs-no-debian/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo &gt; Fedora &gt; Easy Life</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/02/14/artigo-fedora-easy-life/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/02/14/artigo-fedora-easy-life/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 23:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[EasyLife]]></category>
		<category><![CDATA[Fedora]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3161</guid>
		<description><![CDATA[O pacote Easy Life, feito para o Fedora, é um verdadeiro camarada do &#8220;Linux no Desktop&#8221;. Ele nos permite instalar programas essenciais para o Desktop usando alguns poucos cliques. Java, Flash Player, Codecs de áudio e de vídeo, entre outros, sem nenhum trabalho. Basicamente, funciona como um centralizador. Nele selecionamos os pacotes a serem instalados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><a href="http://www.blogporta80.com.br/conteudo/2011/02/14/easylife.png" rel="lightbox[3161]"><img src="http://www.blogporta80.com.br/conteudo/2011/02/14/easylife.png" alt="Easy Life"></a></center></p>
<p>O pacote <strong>Easy Life</strong>, feito para o <strong>Fedora</strong>, é um verdadeiro camarada do &#8220;Linux no Desktop&#8221;. Ele nos permite instalar programas essenciais para o Desktop usando alguns poucos cliques. <strong>Java</strong>, <strong>Flash Player</strong>, Codecs de áudio e de vídeo, entre outros, sem nenhum trabalho.</p>
<p>Basicamente, funciona como um centralizador. Nele selecionamos os pacotes a serem instalados e pronto; a instalação é iniciada.</p>
<p>O pacote EasyLife pode ser baixado no site <a target="_blank" href="http://easylifeproject.org/">http://easylifeproject.org/</a>.</p>
<p>Após baixar o pacote, para instalá-lo, rode o seguinte comando:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">rpm -ivh &lt;em&gt;pacote&lt;/em&gt;</pre>
<p>Após instalado, será criado um ícone no seu Desktop. O execute e informe sua senha de root. Nesse ponto, o programa deverá ser executado e a seguinte tela será exibida:</p>
<p><center><a href="http://www.blogporta80.com.br/conteudo/2011/02/14/easylife_interface.png" rel="lightbox[3161]"><img width="100%" src="http://www.blogporta80.com.br/conteudo/2011/02/14/easylife_interface.png" alt="Easy Life em ação no Fedora 14"></a></center></p>
<p>Agora é intuitivo. Basta marcar o checkbox das opções que quer instalar e clicar em Ok para iniciar a instalação dos programas.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/02/14/artigo-fedora-easy-life/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigos &gt; Linux &gt; Trabalhando com pacotes 7z no Ubuntu, Debian, Fedora e CentOS.</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/01/09/artigos-linux-trabalhando-com-pacotes-7z-no-ubuntu-debian-fedora-e-centos/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/01/09/artigos-linux-trabalhando-com-pacotes-7z-no-ubuntu-debian-fedora-e-centos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 16:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[7zip]]></category>
		<category><![CDATA[Compactador]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3148</guid>
		<description><![CDATA[Para compactar ou descompactar arquivos 7z nas distribuições Debian, Ubuntu, Fedora, CentOS, entre outras distribuições Debian-like e RedHat-like, é preciso possuir o pacote p7zip instalado no seu Linux. Para saber se o possui instalado, em qualquer distribuição, execute o comando whereis p7zip. Se não retornar resultado, é porque você não o possui instalado. Para instalá-lo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para compactar ou descompactar arquivos 7z nas distribuições <strong>Debian</strong>, <strong>Ubuntu</strong>, <strong>Fedora</strong>, <strong>CentOS</strong>, entre outras distribuições <strong>Debian-like</strong> e <strong>RedHat-like</strong>, é preciso possuir o pacote <strong>p7zip</strong> instalado no seu <strong>Linux</strong>.</p>
<p>Para saber se o possui instalado, em qualquer distribuição, execute o comando <em><strong>whereis p7zip</strong></em>. Se não retornar resultado, é porque você não o possui instalado.</p>
<p>Para instalá-lo, execute o comando abaixo:</p>
<p><strong>Ubuntu/Debian:</strong></p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">apt-get install p7zip</pre>
<p><strong>RedHat/Fedora/CentOS:</strong></p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">yum install p7zip</pre>
<p>Pronto. Agora está instalado.</p>
<p>O comando de descompactação é este:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">7za e pacote</pre>
<p>Para compactar, use o comando abaixo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">7za a meupacote.7z pasta/</pre>
<p>O parâmetro <strong>e</strong> descompacta. Já o parâmetro <strong>a</strong> compacta.</p>
<p>Lembrando que, uma vez instalado, a compactação/descompactação também pode ser feito via interface Gnome, clicando com o menu direito do mouse sobre o alvo > Comprimir.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/01/09/artigos-linux-trabalhando-com-pacotes-7z-no-ubuntu-debian-fedora-e-centos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo &gt; Instalando unrar no Fedora</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/01/05/artigo-instalacao-unrar-no-fedora/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/01/05/artigo-instalacao-unrar-no-fedora/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 23:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Feira]]></category>
		<category><![CDATA[RPM]]></category>
		<category><![CDATA[unrar]]></category>
		<category><![CDATA[unzip]]></category>
		<category><![CDATA[yum]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3143</guid>
		<description><![CDATA[O pacote unrar possibilita a compactação e descompactação de arquivos com extensão .RAR. Os repositórios default do Fedora não possuem o pacote &#8220;unrar&#8221;. Para instalá-lo, primeiro é preciso incluir o repositório RPMFusion. Para isso, nas versões 12, 13 e 14 do Ferdora, usamos o comando abaixo: Para mais, consulte o site do projeto RPMFusion: http://rpmfusion.org/Configuration [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O pacote <strong>unrar</strong> possibilita a compactação e descompactação de arquivos com extensão .RAR.</p>
<p>Os repositórios default do <strong>Fedora</strong> não possuem o pacote &#8220;unrar&#8221;.</p>
<p>Para instalá-lo, primeiro é preciso incluir o repositório <strong>RPMFusion</strong>. Para isso, nas versões 12, 13 e 14 do Ferdora, usamos o comando abaixo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">su -c 'yum localinstall --nogpgcheck http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-stable.noarch.rpm http://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-stable.noarch.rpm'</pre>
<p>Para mais, consulte o site do projeto RPMFusion: <a target="_blank" href="http://rpmfusion.org/Configuration">http://rpmfusion.org/Configuration</a></p>
<p>Agora basta instalar o unrar:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">yum install unrar</pre>
<p>Até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/01/05/artigo-instalacao-unrar-no-fedora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo &gt; Instalação VirtualBox no Fedora 14 e 15</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/01/02/artigo-instalacao-virtual-box-no-fedora-14/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/01/02/artigo-instalacao-virtual-box-no-fedora-14/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 14:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[VDI]]></category>
		<category><![CDATA[VirtualBox]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3114</guid>
		<description><![CDATA[O VirtualBox é um virtualizador multi plataforma. Nele podemos executar máquinas virtuais, ou VDI. Há versões do VirtualBox para Windows, Linux, Mac e OpenSolaris. A Sun, recentemente adquirida pela Oracle, é a empresa por trás do Virtualbox. A popularidade do VirtualBox está em alta e cresce a cada dia. Isso por ser muito eficiente e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img width="90%" src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2011/01/02/virtualbox.jpg" alt="Virtual Box - Blog Porta 80"></center></p>
<p>O <strong>VirtualBox</strong> é um virtualizador multi plataforma. Nele podemos executar máquinas virtuais, ou VDI.</p>
<p>Há versões do VirtualBox para <strong>Windows</strong>, <strong>Linux</strong>, <strong>Mac</strong> e <strong>OpenSolaris</strong>. A <strong>Sun</strong>, recentemente adquirida pela <strong>Oracle</strong>, é a empresa por trás do Virtualbox.</p>
<p>A popularidade do VirtualBox está em alta e cresce a cada dia. Isso por ser muito <strong>eficiente</strong> e <strong>gratuito</strong>.</p>
<p>Neste artigo abordarei sua instalação na distribuição <strong>Fedora 14</strong>.</p>
<p>O primeiro passo é atualizar o Kernel Default do Fedora. Utilize o comando a seguir:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">yum update kernel*</pre>
<p>Feito isso, reboot o sistema e suba pelo seu novo kernel.</p>
<p>O passo seguinte é obter o <strong>RPM</strong> do VirtualBox. Para isso, acesse o site <a target="_blank" href="http://www.virtualbox.org/wiki/Linux_Downloads">http://www.virtualbox.org/wiki/Linux_Downloads</a> e faça download do pacote compatível com a versão.</p>
<p>Enquanto baixamos o RPM, façamos a instalação das dependências.</p>
<p>O VirtualBox requer as seguintes libs:</p>
<li>libQtCore.so.4</li>
<li>libQtGui.so.4</li>
<li>libQtNetwork.so.4</li>
<li>libQtOpenGL.so.4</li>
<li>libSDL-1.2.so.0</li>
<p>Vamos instalá-las com o comando abaixo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">yum install libQtCore.so.4 libQtGui.so.4 libQtNetwork.so.4 libQtOpenGL.so.4 libSDL-1.2.so.0</pre>
<p>Agora vamos instalar os seguintes pacotes:</p>
<li>dkms</li>
<li>gcc</li>
<li>kernel-devel</li>
<li>kernel-headers</li>
<p>Usaremos o comando abaixo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">yum install dkms gcc kernel-devel kernel-headers</pre>
<p>Já terminou o download do RPM? Bom, se a respota for sim, vamos concluir a instalação com o comando abaixo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">rpm -ivh pacote.rpm</pre>
<p>No meu caso, executei o comando abaixo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">rpm -ivh VirtualBox-4.0-4.0.0_69151_fedora14-1.i686.rpm</pre>
<p>Neste ponto, o RPM deverá realizar toda a configuração necessária, inclindo a criação do grupo <strong>vboxusers</strong> e configuração do seu usuário (usuário usado para logar no Fedora) ao grupo em questão. Caso não o faça, rode o comando abaixo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">usermod -a -G vboxusers seu_usuario</pre>
<p>A criação de VDI (máquinas virtuais) é um processo intuitivo e segue um padrão para qualquer plataforma onde o VirtualBox é executado, mas se houver dúvidas, a envie via comment neste post.</p>
<p>Isso é tudo. Abraços.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/01/02/artigo-instalacao-virtual-box-no-fedora-14/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigos &gt; Linux &gt; Comando screen</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2011/01/02/artigos-linux-comando-screen/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2011/01/02/artigos-linux-comando-screen/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 10:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@wili4m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Comandos]]></category>
		<category><![CDATA[screen]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogporta80.com.br/?p=3112</guid>
		<description><![CDATA[Antes de começar, vamos falar sobre o comando screen. Imagine a seguinte situação: Você está fazendo um backup do servidor interno da sua empresa. O arquivo de backup possui 200GB e está sendo baixado via rede. Aos 99% do download, você acidentalmente fecha a janela do Terminal e encerra o processo. Casos como esse podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de começar, vamos falar sobre o comando <strong>screen</strong>.</p>
<p>Imagine a seguinte situação: Você está fazendo um backup do servidor interno da sua empresa. O arquivo de backup possui 200GB e está sendo baixado via rede. Aos 99% do download, você  acidentalmente fecha a janela do Terminal e encerra o processo.</p>
<p>Casos como esse podem ser evitados por meio do comando screen. Ele nos permite criar sessões, ou janelas, dentro do Terminal. Assim, mesmo que fechemos a janela do Terminal, o processo continuará em execução.</p>
<p>Li os comandos abaixo no site <a target="_blank" href="ttp://servidorgerenciado.com.br/"> http://servidorgerenciado.com.br/</a>.</p>
<p><strong>Screen</strong> &#8211; torna possível rodar vários pseudo terminais, manipular e salvar suas entradas e saídas no screen, além de copiar e colar entre as janelas.</p>
<p>Vou mostar como rodar um comando que leva horas, dentro de um screen.</p>
<p>Vamos primeiramente instalar o screen, usando <strong>yum</strong>,<strong> apt-get</strong>, ou algum gerenciador de pacotes que você tiver disponível. No meu caso, usarei o yum.</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">yum install screen</pre>
<p>Agora digite:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">screen</pre>
<p>Este comando iniciará uma nova janela dentro do screen. Você tem também a opção de iniciar o comando dando um nome a janela (parametro -S). Exemplo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">screen -S janela1</pre>
<p>Neste caso, a janela se chamará “janela1?.</p>
<p>O screen funciona como qualquer outra sessão dentro do ssh. Você pode digitar qualquer comando agora, que irá rodar normalmente.</p>
<p>Se você quiser sair da sessão do screen, deixando-a ativa, e manter o comando que estava sendo executado, faça:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">Ctrl-a d (pressione control +a, solte, e em seguida aperte d)</pre>
<p>Então, quando você quiser voltar a janela screen, digite:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">screen -r</pre>
<p>Outras opções que você tem quando está dentro do screen são:</p>
<p>1. Para criar uma nova sessão:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">Ctrl-a c</pre>
<p>2. Para alterar entre as sessões:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">Ctrl-a n</pre>
<p>Existem outras possibidades de uso. Para maiores informações e ajuda, você pode utilizar no seu terminal:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">man screen</pre>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogporta80.com.br/2011/01/02/artigos-linux-comando-screen/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

