Artigo > Códigos de erro FTP

Posted by admin | Posted in Artigos e tutoriais, Linux, Plataformas, Web, Windows | Posted on 09-06-2010

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A seguir, vemos os códigos de erro de FTP e suas respectivas causas citadas de forma objetiva.

Lembrando que, software clientes de FTP tratam mensagens de erro para não causar pânico nos usuários, mas sempre exibem o código do erro.

Segue:

100 Codes => The requested action is being taken. Expect a reply before proceeding with a new command.

Code => Description

110 => Restart marker reply.
120 => Service ready in (n) minutes.
125 => Data connection already open, transfer starting.
150 => File status okay, about to open data connection.

200 Codes => The requested action has been successfully completed.

Code => Description

200 => Command okay.
202 => Command not implemented
211 => System status, or system help reply.
212 => Directory status.
213 => File status.
214 => Help message.
215 => NAME system type. (NAME is an official system name from the list in the Assigned Numbers document.)
220 => Service ready for new user.
221 => Service closing control connection. (Logged out if appropriate.)
225 => Data connection open, no transfer in progress.
226 => Closing data connection. Requested file action successful (file transfer, abort, etc.).
227 => Entering Passive Mode
230 => User logged in, proceed.
250 => Requested file action okay, completed.
257 => “PATHNAME” created.

300 Codes => The command has been accepted, but the requested action is being held pending receipt of further information.

Code => Description

331 => User name okay, need password.
332 => Need account for login.
350 => Requested file action pending further information.

400 Codes => The command was not accepted and the requested action did not take place. The error condition is temporary, however, and the action may be requested again.

Code => Description

421 => Service not available, closing control connection. (May be a reply to any command if the service knows it must shut down.)`
425 => Can’t open data connection.
426 => Connection closed, transfer aborted.
450 => Requested file action not taken. File unavailable (e.g., file busy).
451 => Requested action aborted, local error in processing.
452 => Requested action not taken. Insufficient storage space in system.

500 Codes => The command was not accepted and the requested action did not take place.

Code => Description

500 => Syntax error, command unrecognized. This may include errors such as command line too long.
501 => Syntax error in parameters or arguments.
502 => Command not implemented.
503 => Bad sequence of commands.
504 => Command not implemented for that parameter.
530 => User not logged in.
532 => Need account for storing files.
550 => Requested action not taken. File unavailable (e.g., file not found, no access).
552 => Requested file action aborted, storage allocation exceeded
553 => Requested action not taken. Illegal file name.

Fonte: http://www.the-eggman.com/seminars/ftp_error_codes.html

Linux > Como Alterar e Instalar temas no KDE 4.3.3

Posted by admin | Posted in Artigos e tutoriais, Linux, Plataformas | Posted on 03-06-2010

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Uso o KDE 4.3.3 no desktop do trabalho. Excelente interface. Leve, bonita e fácil de usar.

Logo de cara a primeira coisa que percebi foi a mudança na forma de modificar o tema.

Não ficou difícil de o fazer, mas percebi que haveriam muitos posts em Fóruns abordando o assunto.

Segue, portanto, a forma de alterar e de instalar novos temas:

1 – Clique no K-Menu > Aplicativos > Configurações > Configurações do Sistema. Será exibida a seguinte janela:

Clique no ícone “Aparência”.

Na janela seguinte, destacada a seguir, clique em Estilo localizado no menu lateral esquerdo. A seguir, clique na aba Espaço de Trabalho:

Escolha o tema e clique em Aplicar.

Para instalar novos temas, clique no botão “Obter novos temas…”

Fácil igual contar até 10!

Você ainda pode customizar seu tema navegando nas demais opções.

Lembrando que o KDE 4.4 já está aí!

Abraços!

Artigo > NMAP

Posted by admin | Posted in Artigos e tutoriais, Linux, Segurança | Posted on 22-03-2010

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Este artigo irá explicar como instalar e utilizar algumas funções do Nmap. Todos os comandos foram testados com a versão 3.48 do Nmap. É bem provável que alguns comandos não funcionem em versões mais antigas. Todos os comandos são executados como usuário “root”, pois alguns tipos de varreduras dependem de privilégios do sistema. Vamos lá !!!

Instalação:

No Debian, use o apt-get para o instalar:

$ sudo apt-get install nmap

Usando o Nmap
O Nmap fornece, de uma maneira geral, a relação de computadores e serviços ativos. Existem diversas formas e parâmetros a serem informados durante uma varredura.

Para uma melhor compreensão está sendo dividido em dois tópicos as explicações: “Métodos de Varredura” e “Opções Gerais”.

Métodos de Varredura:

-sP
Ping scan: Algumas vezes é necessário saber se um determinado host ou rede está no ar. Nmap pode enviar pacotes ICMP “echo request” para verificar se determinado host ou rede está ativa. Hoje em dia, existem muitos filtros que rejeitam os pacotes ICMP “echo request”, então envia um pacote TCP ACK para a porta 80 (default) e caso receba RST o alvo está ativo. A terceira técnica envia um pacote SYN e espera um RST ou SYN-ACK.

-sR
RCP scan: Este método trabalha em conjunto com várias técnicas do Nmap. Ele considera todas as portas TCP e UDP abertas e envia comandos NULL SunRPC, para determinar se realmente são portas RPC. É como se o comando “rpcinfo -p” estivesse sendo utilizado, mesmo através de um firewall ( ou protegido por TCP wrappers ).

-sS
TCP SYN scan: Técnica também conhecida como “half-open”, pois não abre uma conexão TCP completa. É enviado um pacote SYN, como se ele fosse uma conexão real e aguarda uma resposta. Caso um pacote SYN-ACK seja recebido, a porta está aberta, enquanto um como resposta indica que a porta está fechada. A vantagem dessa abordagem é que poucos irão detectar esse scanning de portas.

-sT
TCP connect() scan: É a técnica mais básica de TCP scanning. É utilizada a chamada de sistema (system call) “connect()” que envia um sinal as portas ativas. Caso a porta esteja aberta recebe como resposta “connect()”. É um dos scan mais rápidos, porém fácil de ser detectado.

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Linux > Permissões de Arquivos e Pastas

Posted by admin | Posted in Artigos e tutoriais, Linux | Posted on 19-03-2010

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Para gravar dados em uma determinada pasta no Linux ou manipular arquivos nesta plataforma, assim como no Windows, é preciso ter permissão para tanto.

Porém, diferentemente do Windows, o Linux possui um sistema mais bem estruturado.

Em meu desktop, listei os arquivos da pasta /home/will/Downloads/ArquivosDeImagens com o comando ls -l. O resultado pode ser visto a seguir:

will@dell:~/Downloads/ArquivosDeImagens$ ls -l
total 108
-rw-r–r– 1 will will 2397 2010-03-19 17:05 alegria.jpeg
-rw-r–r– 1 will will 42725 2010-03-19 17:06 conquista.jpg
-rw-r–r– 1 will will 34702 2010-03-19 17:07 forca.jpg
-rw-r–r– 1 will will 23674 2010-03-19 17:07 honra.jpg

Na ordem da esquerda para a direita, o comando retorna as permissões dos arquivos, a quantidade de diretórios, o Owner, o Grupo, o tamanho, a data, a hora e o nome do arquivo/diretório.

De todos os valores que o comando retorna, nos interessa as permissões, o Owner e o grupo.

Observemos os caracteres -rw-r–r–. Eles indicam a permissão do arquivo para o Owner, o Grupo e qualquer outro requisitor que tente manipulá-lo.

Os 3 primeiros caracteres pertencem ao Owner. O Grupo possui os 3 caracteres seguintes. Os últimos 3 caracteres pertencem a qualquer outro requisitor.

As letras representam:

r = permissão de leitura (read);
w = permissão de gravação (write);
x = permissão de execução (execution);
- = sem permissão.

Portanto, meus arquivos estão com a seguinte permissão:

Owner: Leitura e Escrita (rw-)
Grupo: Leitura (r–)
Outros: Leitura (r–)

Para alterar permissões, usa-se o comando chmod. Sua sintase é:

chmod [permissao] [arquivo/diretorio]

As permissões existentes são:

———
r——–
r–r–r–
rw——-
rw-r–r–
rw-rw-rw-
rwx——
rwxr-x—
rwxr-xr-x
rwxrwxrwx
000
400
444
600
644
666
700
750
755
777

Para alterar o Owner e/ou o Grupo, usa-se o comando Chown. A sintaxe é tão simples quanto o chmod.

chown NovoUsuario:NovoGrupo [arquivo/pasta]

Por enquanto é isso. Em breve detalharei melhor as várias vertentes deste assunto.

Até a próxima.

Linux > Instalação do Flash Player

Posted by admin | Posted in Linux | Posted on 30-08-2009

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Instalação do Flash Player no Linux

Básico, mas imprescindível para a boa experiência do usuário nas ondas da Internet, o Flash Player requer alguns poucos clique e/ou linhas de comando.

Para usuários de Debian, basta baixar o pacote mais recente no site da Adobe e executar o arquivo .deb. A instalação é feita via interface gráfica e requer pouca interação do usuários. O processo é intuitivo e dispensa detalhamento.

A instalação feita por arquivos tar.gz e rpm requer o uso de linha de comando.

A seguir, descrevo os métodos:

Pacote RPM

1 – Acesse o site da Adobe e obtenha o link exato do arquivo rpm

2 – Abra o Terminal, logue-se com usuário root e execute o comando abaixo:

[sourcecode language='php']rpm -ivh LINK_DO_RPM[/sourcecode]

Exemplo:

[sourcecode language='php'] rpm -ivh http://fpdownload.macromedia.com/get/flashplayer/current/flash-plugin-10.0.32.18-release.i386.rpm[/sourcecode]

3 – Utilize o seguinte comando para instalar o pacote:

[sourcecode language='php'] yum install -y flash-plugin[/sourcecode]

Pacote tar.gz

1 – Baixe o arquivo no site da Adobe

2 – Extraia o arquivo com o seguinte comando:

[sourcecode language='php'] tar -zxvf install_flash_player_9_linux.tar.gz[/sourcecode]

3 – Uma nova pasta será criada. A acesse com o seguinte abaixo “cd”.

4 – Por fim, instale com o comando abaixo:

[sourcecode language='php'] sh flashplayer-installer[/sourcecode]

Instalando Adobe Flash Player 64 bit
Fonte: http://ubuntuforum-br.org/index.php?topic=45872.0

1 – Caso possua o Flash Player instalado, remova com o seguinte comando:

[sourcecode language='php'] sudo apt-get remove –purge nspluginwrapper flashplugin-nonfree -y[/sourcecode]

2 – Baixe o arquivo na página http://labs.adobe.com/downloads/flashplayer10.html.

3 – Acesse o diretório do usuário com o seguinte comando cd ~

4 – No modo gráfico, exiba os diretórios ocultos pressionando CTRL+H.

5 – Acesse a pasta “.mozilla” com o comando cd .mozilla.

6 – Crie uma pasta chamada plugins dentro da pasta .mozilla com o comando mkdir plugins.

7 – Dentro da pasta plugins, descompacte o arquivo baixado. Para isso, use o seguinte comando:

[sourcecode language='php'] tar -zxvf *nome_do_arquivo*[/sourcecode]

Vale reforçar que todo cuidado é pouco ao trabalhar com root.