Linux > Diferença entre “>>” e “>”

Posted by admin | Posted in Artigos e tutoriais, Linux | Posted on 31-08-2010

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Você sabe a diferença entre os comandos abaixo?

cat meuarquivo > meudestino

e

cat meuarquivo >> meudestino

Rapidamente explicando, o comando cat lê e exibe conteúdo de arquivos de texto sem abrir o arquivo em um editor. Quando usamos “>” ou “>>”, ao invés de mostrarmos o conteúdo do arquivo, estaremos gravando esse conteúdo em outro arquivo.

No caso dos comandos acima, estamos “lendo” um arquivo chamado “meuarquivo” e gravando o seu conteúdo em um arquivo chamado “meudestino”.

Agora, respondendo a pergunta, a diferença entre os comandos é que quando utilizamos apenas “>”, sobrescreveremos um eventual conteúdo existente no arquivo “meudestino”, ao passo que “>>” concatenará o conteúdo de “meuarquivo” com o conteúdo existente de “meudestino”. Ou seja, o uso de “>>” não sobrescreverá eventuais conteúdos em arquivos de destino, que nesse caso seria “meudestino”.

Decidi postar isso, pois notei pouca abordagem a isso que é tão simples e ao mesmo tempo tão delicado.

Abraços!

Linux > Script para acesso a Windows por Remote Desktop

Posted by admin | Posted in Artigos e tutoriais, Linux | Posted on 29-08-2010

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No escritório onde trabalho há milhares (isso mesmo, milhares) de servidores Windows.

Para acessá-los, utilizo o rdesktop no Fedora do meu desktop no escritório.

Poderia utilizar o tsclient, frontend do rdesktop, mas não é muito prático no Fedora. Ele me cria um atalho, ou seja, uma conexão por servidor, como vemos na imagem abaixo:

Tudo bem trabalhar assim quando se trata de alguns servidores ou até mesmo de algumas poucas dezenas de servidores, mas estou falando de milhares.

Assim, decidi criar um Shell Script para otimizar minhas tarefas no Windows.

O script que fiz é simples e o seu funcionamento também é. Basicamente, o executo no Terminal e ele retorna um pedido de Host ou IP. Informo o Host ou IP do servidor que vou acessar e voila! O rdesktop acessa o servidor desejado com os parâmetros que pré-defini (resolução, qualidade de imagem e o usuário que utilizarei).

Abaixo, o vemos em execução:

A seguir, o script em questão:

#!/bin/bash
host() {
rdesktop -5 -a 16 -g 1600×800 -u meuUsuario $host
}
echo -n “Informe o HOST ou IP do servidor: ”
read host
echo -n “Acesso à $host”
echo ” ”
host
done

Basicamente, crio a variável host com a string que invoca o rdesktop e a alimento com o valor digitado no Terminal.

No seu caso, para utilizá-lo, deverá editar o valor meuUsuario.

Por segurança, não é recomendável gravar a senha no script, a menos que esteja certo de que isso será seguro. Para incluir a senha no script, basta implentar o valor -p.

Caso queira implementar outras opções e surjam dúvidas, utilize:

man rdesktop

Para faciliar o uso do script, o incluí um alias no .bashrc. Assim, quando digito apenas “ts” no Terminal, o script é acionado.

Veja como criar alias, clique no link abaixo:
http://www.blogporta80.com.br/2010/08/linux-criando-alias-no-linux/

Lembrando que precisa do rdesktop instalado no seu PC. Caso não o possua, utilize o comando abaixo:

yum install rdesktop

Observação: No Ubuntu, o tsclient é mais parecido com o mstsc.exe do Windows. Vou descobrir o porque e postar aqui.

Abraços!

Artigo > Linux > System.map

Posted by admin | Posted in Artigos e tutoriais, Linux | Posted on 27-07-2010

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O arquivo system.map

Parece haver escassez de informações sobre o arquivo System.map. Ele não é nada misterioso, e não é mesmo tão importante assim. Mas a falta de documentação torna-o sombrio. É como um lóbulo da orelha, que todos nós temos um, mas ninguém sabe por quê.

O que são símbolos?

No contexto da programação, um símbolo é o alicerce de um programa: é um nome de variável ou um nome de função.

O que é a tabela de símbolos do Kernel?

O Kernel não usa nomes para símbolos como BytesRead(). É muito mais fácil conhecer o nome da variável ou função, através do endereço como c0343f20. Os seres humanos, por outro lado, não apreciam endereços como c0343f20. Nós preferimos usar nomes de símbolos como BytesRead(). Normalmente, isso não representa um grande problema. O Kernel é principalmente escrito em C, assim o compilador/linkeditor nos permite usar nomes de símbolo quando estamos codificando e permite o Kernel usar endereços quando ele é executado. Todo mundo fica feliz.

Há situações, porém, que precisamos saber o endereço de um símbolo (ou o símbolo de um endereço). Isso é feito por uma tabela de símbolos, e é muito similar a como gdb pode dar-lhe o nome da função de um endereço (ou um endereço de um nome de função). A tabela de símbolos é uma listagem de todos os símbolos, juntamente com seu endereço. Aqui está um exemplo de uma tabela de símbolos:

c03441a0 B dmi_broken
c03441a4 B is_sony_vaio_laptop
c03441c0 b dmi_ident
c0344200 b pci_bios_present
c0344204 b pirq_table
c0344208 b pirq_router
c034420c b pirq_router_dev
c0344220 b ascii_buffer
c0344224 b ascii_buf_bytes

Você pode ver que a variável chamada dmi_broken está no endereço Kernel c03441a0.

O que é o arquivo system.map?

Há dois arquivos que são usados como tabelas de símbolos do Kernel:

1. /proc/kallsyms
2. System.map

Agora você já sabe o que é o arquivo System.map.

Cada vez que você compila um novo Kernel, é necessário mudar os endereços dos nomes de vários símbolos.
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Artigo > Usando Wget no Windows

Posted by admin | Posted in Artigos e tutoriais, Linux, MacOS, Plataformas | Posted on 24-07-2010

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O comando wget é nativo do Linux e é utilizado para baixar arquivos via linha de comando.

Muito utilizado pela sua praticidade, o wget é uma ótima opção para baixar arquivos.

A seguir, o vemos em ação no Linux:

O wget não existe em Windows, mas podemos usá-lo a partir do utilitário Wget.exe disponível no site ugent.be.

Segue endereço para download:
http://users.ugent.be/~bpuype/wget/

Considero que o amigo leitor já tenha vivência com o MS-DOS. Portanto, abra o MS-DOS e entre na pasta onde o utilitário foi baixado.

Use o comando abaixo para baixar arquivos com wget:

wget -c http://endereco_do_site/arquivo.extensao

Por exemplo:

wget -c http://blogporta80.com.br/conteudo/2009/10/30/High-Quality-Wallpaper.zip

Vemos, a seguir, o Wget.exe em uso no Windows:

Na sintaxe acima, vemos que “wget” invoca o comando wget. O “-c” nos permite baixar arquivos parcialmente baixados. Ou seja, podemos, com ele, continuar downloads interrompidos anteriormente.

Para mais opções, digite:

wget -h

Artigos > Wireless lento no Dlink DI-524

Posted by admin | Posted in Artigos e tutoriais | Posted on 21-06-2010

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Durante um tempo, sofri com taxas baixíssimas no Wireless do router DI-524 que tenho em casa. O motivo? Configuração errada.

Os valores default do dispositivo são inapropriados, mas com alguns poucos ajustes, como vemos a seguir, podemos usufruir do máximo que a conexão provê.

1 – Alterando a conexão existente:

1.1 – Pelo navegador, acesse o admin do roteador pelo endereço http://192.168.0.1. Use o usuário admin.

1.2 – Clique em Wireless.

Você já deve possuir uma rede configurada. Nesse caso, altere o nome da conexão em Network ID.

1.3 – Em Channel, mude para 1.

1.4 – Em Security, altere para WEP.

1.5 – Em Authentication Type, selecione Open Security.

1.6 – Em Web Encryption, selecione 64 bits.

1.7 – Em Key Mode, selecione ASCII.

1.8 – Em Web Key 1, defina uma senha de até 5 caracteres.

1.9 – Clique em Apply.

Feito isso, as configurações serão aplicadas.

2 – Alterando os valores do Access Point.

2.1 – Clique em Advanced > Performance.

2.2 – Defina os valores conforme abaixo:

2.2.1 – Beacon Interval: 50
2.2.2 – RTS Threshold: 2304
2.2.3 – Fragmentation: 2304
2.2.4 – DTIM Interval: 1

2.3 – Clique em Apply.

Esses passos resolveram meu problema de lentidão. Estava à deriva com o Wireless de casa. Agora, estou voando baixo.

Espero que ajude. Abraços.

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