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	<title>Blog Porta 80 &#187; Linux</title>
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		<item>
		<title>Artigo &gt; Linux &gt; System.map</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2010/07/artigo-linux-system-map/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2010/07/artigo-linux-system-map/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 22:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O arquivo system.map Parece haver escassez de informações sobre o arquivo System.map. Ele não é nada misterioso, e não é mesmo tão importante assim. Mas a falta de documentação torna-o sombrio. É como um lóbulo da orelha, que todos nós temos um, mas ninguém sabe por quê. O que são símbolos? No contexto da programação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O arquivo system.map</strong></p>
<p>Parece haver escassez de informações sobre o arquivo <strong>System.map</strong>. Ele não é nada misterioso, e não é mesmo tão importante assim. Mas a falta de documentação torna-o sombrio. É como um <em>lóbulo da orelha</em>, que todos nós temos um, mas ninguém sabe por quê. </p>
<p><strong>O que são símbolos?</strong></p>
<p>No contexto da programação, um símbolo é o alicerce de um programa: é um nome de variável ou um nome de função.</p>
<p><strong>O que é a tabela de símbolos do <strong>Kernel</strong>?</strong></p>
<p>O <strong>Kernel</strong> não usa nomes para símbolos como BytesRead(). É muito mais fácil conhecer o nome da variável ou função, através do endereço como c0343f20. Os seres humanos, por outro lado, não apreciam endereços como c0343f20. Nós preferimos usar nomes de símbolos como BytesRead(). Normalmente, isso não representa um grande problema. O <strong>Kernel</strong> é principalmente escrito em C, assim o compilador/linkeditor nos permite usar nomes de símbolo quando estamos codificando e permite o <strong>Kernel</strong> usar endereços quando ele é executado. Todo mundo fica feliz.</p>
<p>Há situações, porém, que precisamos saber o endereço de um símbolo (ou o símbolo de um endereço). Isso é feito por uma tabela de símbolos, e é muito similar a como gdb pode dar-lhe o nome da função de um endereço (ou um endereço de um nome de função). A tabela de símbolos é uma listagem de todos os símbolos, juntamente com seu endereço. Aqui está um exemplo de uma tabela de símbolos:</p>
<blockquote><p>       c03441a0  B dmi_broken<br />
       c03441a4  B  is_sony_vaio_laptop<br />
       c03441c0  b dmi_ident<br />
       c0344200 b pci_bios_present<br />
       c0344204 b pirq_table<br />
       c0344208 b pirq_router<br />
       c034420c b pirq_router_dev<br />
       c0344220 b ascii_buffer<br />
       c0344224 b ascii_buf_bytes</p></blockquote>
<p>Você pode ver que a variável chamada <strong>dmi_broken</strong> está no endereço <strong>Kernel</strong> c03441a0.</p>
<p><strong>O que é o arquivo system.map?</strong></p>
<p>Há dois arquivos que são usados como tabelas de símbolos do <strong>Kernel</strong>:</p>
<p>1. /proc/kallsyms<br />
2. System.map</p>
<p>Agora você já sabe o que é o arquivo <strong>System.map</strong>.</p>
<p>Cada vez que você compila um novo <strong>Kernel</strong>, é necessário mudar os endereços dos nomes de vários símbolos.<br />
<span id="more-2739"></span><br />
O <strong>/proc/kallsyms</strong> é um arquivo <strong>proc</strong> que é criado no momento em que o <strong>Kernel</strong> é carregado. Na verdade, não é realmente um arquivo em disco, é uma representação de dados do <strong>Kernel</strong> que é dado a ilusão de ser um arquivo de disco. Se você não acredita em mim, tenta encontrar o tamanho do arquivo /proc/kallsyms. Portanto, ele estará sempre pronto para o <strong>Kernel</strong> que está atualmente em execução.</p>
<p>No entanto, <strong>System.map</strong> é um arquivo no seu sistema de arquivos. Quando você compilar um novo <strong>Kernel</strong>, o System.map velho tem informações dos símbolos erradas. Um novo System.map é gerado para cada compilação do <strong>Kernel</strong> e que você precisa substituir a cópia de antiga por sua nova cópia.</p>
<p><strong>O que é Oops?</strong></p>
<p>Qual é o erro mais comum em seus programas caseiros? A falha de segmentação.</p>
<p>Qual é o erro mais comum no <strong>Kernel</strong> do Linux? A falha de segmentação. Salvo aqui, a noção de A falha de segmentação, ou segfault, é muito mais complicado e pode ser, como você pode imaginar, muito mais grave. Quando o <strong>Kernel</strong> referencia um ponteiro inválido, não é chamado um segfault &#8211; ele é chamado de &#8220;Oops&#8221;. Um <strong>Oops</strong> indica um erro de <strong>Kernel</strong> e deve sempre ser comunicado e corrigido.</p>
<p>Note-se que uma Oops não é a mesma coisa que um segfault. Seu programa (geralmente) não é possível se recuperar de um segfault. O <strong>Kernel</strong> não tem necessariamente de estar em um estado instável quando ocorre uma <strong>Oops</strong>. O <strong>Kernel</strong> do Linux é muito robusto, o <strong>Oops</strong> pode apenas matar o processo em curso e deixar o resto do <strong>Kernel</strong> em perfeito estado sólido.</p>
<p>Um Oops não é um <strong>Kernel Panic</strong>. Em pânico, o <strong>Kernel</strong> não pode continuar, o sistema é parado e deve ser reiniciado. Um <strong>Oops</strong> pode causar um panic se uma parte vital do sistema for destruída. Um <strong>Oops</strong> em um driver de dispositivo, por exemplo, quase nunca causa panic.</p>
<p>Quando ocorre uma <strong>Oops</strong>, o sistema irá imprimir as informações que são relevantes para a depuração do problema, como o conteúdo de todos os registos da CPU, e da localização das tabelas descritoras de página. Em particular, o conteúdo do EIP (instruction pointer) é impresso. Como esta:</p>
<blockquote><p>    EIP: 0010:[<00000000>]<br />
    Call Trace: [<c010b860>]</p></blockquote>
<p><strong>O que um Oops tem a ver com System.map?</strong></p>
<p>As informações prestadas em <strong>EIP</strong> e <strong>Call Trace</strong> não é muito informativa. Uma vez que um símbolo de <strong>Kernel</strong> não tem um endereço fixo até que o <strong>Kernel</strong> ser inicializado, c010b860 pode apontar para qualquer símbolo do <strong>Kernel</strong>. Desenvolvedores do <strong>Kernel</strong> não teriam a menor idéia por onde começar a olhar para o bug se você simplesmente informasse um endereço. Eles precisam de um nome de símbolo para começar a caçar o bug.</p>
<p>Para ajudar a entender a saída <strong>Oops</strong> crítica, um daemon chamado klogd, o <strong>Kernel</strong> logging daemon, é usado para executar a tradução de símbolo para endereços. Quando ocorre um <strong>Oops</strong>, o klogd intercepta o relatório <strong>Oops</strong>, traduz endereços em nomes de símbolo (por exemplo, traduzindo c010b860 em BytesRead()), e registra o evento com o logger do sistema, normalmente syslogd.</p>
<p>Para executar a resolução de endereços dos símbolos do <strong>Kernel</strong>, klogd usa o System.map.</p>
<p>Agora você sabe o que uma Oops tem a ver com System.map.</p>
<p>Fine Print: (como traduzir isso???)</p>
<p>Na verdade, existem dois tipos de resolução de endereço realizada por klogd.</p>
<p>     * Tradução estática, que usa o arquivo System.map.<br />
     * Tradução dinâmica, que é usada com módulos carregáveis. Esta tradução não usa System.map e portanto, não é relevante para esta discussão, por isso vou descrever brevemente:</p>
<p><strong>Tradução Dinâmica com Klogd</strong></p>
<p>Suponha que você carregue um módulo do <strong>Kernel</strong> que gera uma <strong>Oops</strong>. Uma mensagem de <strong>Oops</strong> é gerado, e klogd intercepta-o. Verifica-se que o <strong>Oops</strong> ocorreu em d00cf810. Uma vez que este endereço pertence a um módulo carregado dinamicamente, não tem nenhuma entrada no arquivo System.map. klogd irá procurá-lo, não encontrará nada, e conclui que um módulo carregável deve ter gerado a <strong>Oops</strong>. Em seguida o klogd, consulta o <strong>Kernel</strong> para símbolos que foram exportados pelos módulos carregáveis. Mesmo que o autor do módulo não exportou seus símbolos, no mínimo, klogd vai saber o que gerou o módulo <strong>Oops</strong>, o que é melhor do que não saber nada sobre o <strong>Oops</strong>.</p>
<p><strong>Onde deve ser localizado System.map?</strong></p>
<p>System.map deve ser localizado em qualquer lugar onde  o software que utiliza-o possa encontrá-lo. É a única resposta possível até que alguns standards board (ou alguém de autoridade clara) determine  o local padrão para o  System.map. Com isso em mente, olhe para alguns pacotes de software e descubra onde poderá encontrar o System.map.</p>
<p><strong>klogd</strong></p>
<p>Se  não for dada ao klogd a localização do System.map como uma opção de linha de comando com a opção-k, ele utilizará a seguinte Mariz de possíveis locais (a partir da versão 1.4.1) para procurá-lo (ver arquivo de código fonte ksym.c:</p>
<blockquote><p>static char *system_maps[] =<br />
      {<br />
            &#8220;/boot/System.map&#8221;,<br />
            &#8220;/System.map&#8221;,<br />
      #if defined(TEST)<br />
            &#8220;./System.map&#8221;,<br />
      #endif<br />
            (char *) 0<br />
      };</p></blockquote>
<p>O <strong>klogd</strong> procura por dois arquivos nestes diretórios, o  &#8220;System.map&#8221; e o &#8220;System.map-release&#8221;  onde &#8220;release&#8221; é a versão do <strong>Kernel</strong>. Trata-se de uma pesquisa inteligente: se klogd encontra um System.map para uma versão do <strong>Kernel</strong> que é diferente do <strong>Kernel</strong> em execução no momento, ele vai continuar pesquisando.</p>
<p>Embora as páginas man klogd e comentários de código fonte aleguem que /usr/src/linux está no caminho de procura, não consigo encontrar qualquer referência a ele. Eu relatei este problema ao projeto Debian e ao Dr. G.W. Wettstein (o autor de ksym.c).</p>
<p><strong>Device Drivers</strong></p>
<p>System.map não é apenas útil para depurar <strong>Oops</strong> do <strong>Kernel</strong>. Alguns drivers necessitam do System.map para resolver símbolos, uma vez que estão ligados com cabeçalhos do <strong>Kernel</strong> em vez da glibc). Eles não funcionarão corretamente sem o System.map. Esta não é a mesma coisa que um módulo não carregar por causa de uma incompatibilidade de versão do <strong>Kernel</strong>, que tem a ver com a versão do <strong>Kernel</strong>, e não a tabela de símbolos do <strong>Kernel</strong> que muda entre as versões!</p>
<p><strong>ps</strong></p>
<p>PS usa uma matriz de busca diferentes (mais geral) do que klogd:</p>
<blockquote><p>*sysmap_paths[] = {<br />
            &#8220;/boot/System.map-%s&#8221;,<br />
            &#8220;/boot/System.map&#8221;,<br />
            &#8220;/lib/modules/%s/System.map&#8221;,<br />
            &#8220;/usr/src/linux/System.map&#8221;,<br />
            &#8220;/System.map&#8221;,<br />
            NULL<br />
      };</p></blockquote>
<p>Onde %s é substituído pela versão do <strong>Kernel</strong> atualmente em execução.</p>
<p><strong>O que mais utiliza (ou não uso) o System.map</strong></p>
<p>Em um momento (maio 2003), pensei que lsof e dosemu usavam o  System.map, mas ao olhar o código fonte (Maio de 2007) eles não aparecem mais (ou talvez eu esteja enganado).</p>
<p><strong>What Happens If I Don&#8217;t Have A Healthy System.map?</strong></p>
<p>Suponha que você tenha vários <strong>Kernel</strong> na mesma máquina. Você precisa de um arquivo System.map separado para cada <strong>Kernel</strong>. Se você executar um <strong>Kernel</strong> com nenhum (ou um incorreto) System.map, você vai ver periodicamente avisos irritantes como:</p>
<blockquote><p>System.map does not match actual <strong>Kernel</strong></p></blockquote>
<p>Toda vez que você usa ps. Além disso, sua saída klogd ksym<strong>Oops</strong> pode não ser confiável em caso de um <strong>Kernel</strong> <strong>Oops</strong>. </p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p>http://dirac.org/linux/system.map/</p>
<p>http://wrbraga.blogspot.com</p>
<p><strong>Outros materiais:</strong></p>
<p>http://www.frankmarcel.com/seo/oracao-google-nosso</p>
<p>http://www.faqs.org/docs/Linux-HOWTO/Kernel-HOWTO.html</p>
<p>http://en.wikipedia.org/wiki/System.map</p>
<p>http://www.cathedrallabs.org/~landgraf/apresentacoes/2007-09-29-Desenvolvimento_do_Kernel_Linux.pdf</p>


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		<title>Linux &gt; Ubuntu &gt; Como alterar a imagem de fundo na tela de login</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2010/07/linux-ubuntu-como-alterar-a-imagem-de-fundo-na-tela-de-login/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Deskmod]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ubuntu 10.04 está menos maleável no que diz respeito a personalização da tela de login. Isso pode ser contornado com a instalação do pacote python-gdm2setup. Contudo, notei falhas como não aplicação de configurações e reconhecimento de temas. Por isso o removí, mas nem por isso deixei de customizar o funto da tela de login. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2010/07/25/ubuntu_logon_screen.png"></center></p>
<p>O <strong>Ubuntu 10.04</strong> está menos maleável no que diz respeito a personalização da tela de login.</p>
<p>Isso pode ser contornado com a instalação do pacote <strong>python-gdm2setup</strong>. Contudo, notei falhas como não aplicação de configurações e reconhecimento de temas. Por isso o removí, mas nem por isso deixei de customizar o funto da tela de login.</p>
<p>Mudei minha imagem de fundo substituindo o arquivo de imagem original.</p>
<p>Para isso, siga os passos abaixo:</p>
<p>1 &#8211; Escolha uma nova imagem. Ela deve ter extensão PNG e ter as dimensões do seu monitor.</p>
<p>2 &#8211; No Terminal, acesse <strong>/usr/share/backgrounds</strong>:</p>
<blockquote><p>cd /usr/share/backgrounds</p></blockquote>
<p>3 &#8211; Por segurança, renomeie o arquivo <strong>warty-final-ubuntu.png</strong>. Essa é a imagem de tom roza que aparece na tela de login do Ubuntu. Sugiro o nome <strong>warty-final-ubuntu.BACKUP.png</strong>.</p>
<blockquote><p>sudo mv warty-final-ubuntu.png warty-final-ubuntu.BACKUP.png</p></blockquote>
<p>4 &#8211; Copie para a pasta <strong>/usr/share/backgrounds</strong> a imagem escolhida para a tela de login:</p>
<blockquote><p>sudo cp caminho-da-imagem .</p></blockquote>
<p>Ou se preferir:</p>
<blockquote><p>sudo cp caminho-da-imagem /usr/share/backgrounds</p></blockquote>
<p>O <strong>caminho-da-imagem</strong> varia de acordo com o local onde o gravou. Se houver dúvida, use o comando <strong>pwd</strong> ou clique com o botão direito > propriedades para conferir o caminho.</p>
<p>5 &#8211; Renomeie sua nova imagem de fundo para; <strong>warty-final-ubuntu.png</strong>. Use o comando <strong>mv</strong> como informado no passo 3.</p>
<p>Feito isso, faça log off e confira o resultado.</p>
<table width="100%" align="center" border="0">
<td width="44" align="center"><img src="arquivosDoSite/observacao.png"></td>
<td width="100%">Nota 1: Para fazer rollback, ou seja, voltar a imagem anterior, siga os passos 2 e 3 para desfazer a alteração.</td>
</table>


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		<title>Artigo &gt; Usando Wget no Windows</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2010/07/artigo-usando-wget-no-windows/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2010/07/artigo-usando-wget-no-windows/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 12:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[MacOS]]></category>
		<category><![CDATA[Plataformas]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[O comando wget é nativo do Linux e é utilizado para baixar arquivos via linha de comando. Muito utilizado pela sua praticidade, o wget é uma ótima opção para baixar arquivos. A seguir, o vemos em ação no Linux: O wget não existe em Windows, mas podemos usá-lo a partir do utilitário Wget.exe disponível no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comando <strong>wget</strong> é nativo do <strong>Linux</strong> e é utilizado para baixar arquivos via linha de comando.</p>
<p>Muito utilizado pela sua praticidade, o <strong>wget</strong> é uma ótima opção para baixar arquivos.</p>
<p>A seguir, o vemos em ação no Linux:</p>
<p><img src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2010/07/24/wget_linux.png" width="100%"></p>
<p>O <strong>wget</strong> não existe em <strong>Windows,</strong> mas podemos usá-lo a partir do utilitário <strong>Wget.exe</strong> disponível no site ugent.be.</p>
<p>Segue endereço para download:<br />
<a target="_blank" href="http://users.ugent.be/~bpuype/wget/">http://users.ugent.be/~bpuype/wget/</a></p>
<p>Considero que o amigo leitor já tenha vivência com o <strong>MS-DOS</strong>. Portanto, abra o MS-DOS e entre na pasta onde o utilitário foi baixado.</p>
<p>Use o comando abaixo para baixar arquivos com wget:</p>
<blockquote><p>wget -c http://endereco_do_site/arquivo.extensao</p></blockquote>
<p>Por exemplo:</p>
<blockquote><p>wget -c http://blogporta80.com.br/conteudo/2009/10/30/High-Quality-Wallpaper.zip</p></blockquote>
<p>Vemos, a seguir, o Wget.exe em uso no Windows:</p>
<p><img src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2010/07/24/wget_windows.png" width="100%"></p>
<p>Na sintaxe acima, vemos que &#8220;wget&#8221; invoca o comando wget. O &#8220;-c&#8221; nos permite baixar arquivos parcialmente baixados. Ou seja, podemos, com ele, continuar downloads interrompidos anteriormente.</p>
<p>Para mais opções, digite:</p>
<blockquote><p>wget -h</p></blockquote>


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		<title>Videos &gt; O significado de Ubuntu</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2010/06/videos-o-significado-de-ubuntu/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2010/06/videos-o-significado-de-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 13:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Linda reportagem da Globo. Nota 10. Melhor ainda o significado de Ubuntu. Blog this on Blogger Share this on del.icio.us Share this on Facebook Add this to Google Reader Share this on Technorati Tweet This! Share this on LinkedIn]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="100%" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GLk5FNr8ymo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/GLk5FNr8ymo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="100%" height="385"></embed></object></p>
<table width="100%" align="center" border="0">
<td width="44" align="center"><img src="arquivosDoSite/observacao.png"></td>
<td width="100%"> Linda reportagem da Globo. Nota 10. Melhor ainda o significado de Ubuntu.</td>
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		<title>Artigos &gt; O mundo é livre</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2010/06/artigos-o-mundo-e-livre/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2010/06/artigos-o-mundo-e-livre/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 16:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já usou um software livre? Se a resposta for não, é sinal que precisa entender a presença do open source no nosso dia-a-dia. Ao navegar na Internet você está usando ao menos 1 software livre: o DNS. Ou seja, o DNS da sua conexão é um software livre. Ao mandar um e-mail, por exemplo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img width="100%" src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2010/06/22/gnuLinux.jpg"></center></p>
<p>Você já usou um <strong>software livre</strong>? Se a resposta for não, é sinal que precisa entender a presença do <strong>open source</strong> no nosso dia-a-dia.</p>
<p>Ao navegar na Internet você está usando ao menos 1 software livre: o <strong>DNS</strong>. Ou seja, o DNS da sua conexão é um software livre.</p>
<p>Ao mandar um e-mail, por exemplo, você pode estar utilizando software livre chamado <strong>Qmail</strong> ou um outro chamado <strong>Postfix</strong>, softwares que rodam nos servidores de e-mail e que emitem as mensagens que você envia.</p>
<p>Um outro software livre muito utilizado se chama <strong>Apache</strong>. Ele é o webserver responsável por manter sites acessíveis. O <strong>Blog Porta 80</strong>, o <strong>Wikipedia</strong>, entre outros, o utilizam.</p>
<p>Portanto, o software livre está presente no nosso dia-a-dia e você o utiliza, mesmo que involuntariamente, com muita frequência.</p>
<p>A quantidade de empresas que migram de plataformas fechadas para sistemas open source é maior a cada dia. A quantidade de profissionais que entram no mercado do software livre cresce com a demanda das empresas. </p>
<p>Isso se deve, em grande parte, ao fato do software livre ser adaptável, seguro, por receber atualizações periódicas e por ser gratuito.</p>
<p>A passos largos, vemos um mundo cada vez mais livre. O software livre é uma realidade já a algum tempo e está aí para quem quiser ver.</p>


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		<title>Humor &gt; Born to be root</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 17:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<title>Artigo &gt; Códigos de erro FTP</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2010/06/artigo-codigos-de-erro/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2010/06/artigo-codigos-de-erro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 14:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Plataformas]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>
		<category><![CDATA[FTP]]></category>

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		<description><![CDATA[A seguir, vemos os códigos de erro de FTP e suas respectivas causas citadas de forma objetiva. Lembrando que, software clientes de FTP tratam mensagens de erro para não causar pânico nos usuários, mas sempre exibem o código do erro. Segue: 100 Codes => The requested action is being taken. Expect a reply before proceeding [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://blogporta80.com.br/conteudo/2010/06/09/ftp_error.gif"></center></p>
<p>A seguir, vemos os códigos de erro de FTP e suas respectivas causas citadas de forma objetiva.</p>
<p>Lembrando que, software clientes de FTP tratam mensagens de erro para não causar pânico nos usuários, mas sempre exibem o código do erro.</p>
<p>Segue:</p>
<p><b>100 Codes</b> => The requested action is being taken. Expect a reply before proceeding with a new command.</p>
<p><b>Code => Description</b> </p>
<p><b>110</b> => Restart marker reply.<br />
<b>120</b> => Service ready in (n) minutes.<br />
<b>125</b> => Data connection already open, transfer starting.<br />
<b>150</b> => File status okay, about to open data connection.</p>
<p><b>200 Codes</b> => The requested action has been successfully completed.</p>
<p><b>Code => Description</b></p>
<p><b>200</b> => Command okay.<br />
<b>202</b> => Command not implemented<br />
<b>211</b> => System status, or system help reply.<br />
<b>212</b> => Directory status.<br />
<b>213</b> => File status.<br />
<b>214</b> => Help message.<br />
<b>215</b> => NAME system type. (NAME is an official system name from the list in the Assigned Numbers document.)<br />
<b>220</b> => Service ready for new user.<br />
<b>221</b> => Service closing control connection. (Logged out if appropriate.)<br />
<b>225</b> => Data connection open, no transfer in progress.<br />
<b>226</b> => Closing data connection. Requested file action successful (file transfer, abort, etc.).<br />
<b>227</b> => Entering Passive Mode<br />
<b>230</b> => User logged in, proceed.<br />
<b>250</b> => Requested file action okay, completed.<br />
<b>257</b> => &#8220;PATHNAME&#8221; created.</p>
<p><b>300 Codes</b> => The command has been accepted, but the requested action is being held pending receipt of further information.</p>
<p><b>Code => Description</b> </p>
<p><b>331</b> => User name okay, need password.<br />
<b>332</b> => Need account for login.<br />
<b>350</b> => Requested file action pending further information.</p>
<p><b>400 Codes</b> => The command was not accepted and the requested action did not take place. The error condition is temporary, however, and the action may be requested again.</p>
<p><b>Code => Description</b></p>
<p><b>421</b> => Service not available, closing control connection. (May be a reply to any command if the service knows it must shut down.)`<br />
<b>425</b> => Can&#8217;t open data connection.<br />
<b>426</b> => Connection closed, transfer aborted.<br />
<b>450</b> => Requested file action not taken. File unavailable (e.g., file busy).<br />
<b>451</b> => Requested action aborted, local error in processing.<br />
<b>452</b> => Requested action not taken. Insufficient storage space in system.</p>
<p><b>500 Codes</b> => The command was not accepted and the requested action did not take place.</p>
<p><b>Code => Description</b> </p>
<p><b>500</b> => Syntax error, command unrecognized. This may include errors such as command line too long.<br />
<b>501</b> => Syntax error in parameters or arguments.<br />
<b>502</b> => Command not implemented.<br />
<b>503</b> => Bad sequence of commands.<br />
<b>504</b> => Command not implemented for that parameter.<br />
<b>530</b> => User not logged in.<br />
<b>532</b> => Need account for storing files.<br />
<b>550</b> => Requested action not taken. File unavailable (e.g., file not found, no access).<br />
<b>552</b> => Requested file action aborted, storage allocation exceeded<br />
<b>553</b> => Requested action not taken. Illegal file name.</p>
<p><b>Fonte:</b> http://www.the-eggman.com/seminars/ftp_error_codes.html</p>


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		<title>Linux &gt; Como Alterar e Instalar temas no KDE 4.3.3</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2010/06/linux-como-alterar-e-instalar-temas-no-kde-4-3-3/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 22:48:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Plataformas]]></category>
		<category><![CDATA[KDE]]></category>

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		<description><![CDATA[Uso o KDE 4.3.3 no desktop do trabalho. Excelente interface. Leve, bonita e fácil de usar. Logo de cara a primeira coisa que percebi foi a mudança na forma de modificar o tema. Não ficou difícil de o fazer, mas percebi que haveriam muitos posts em Fóruns abordando o assunto. Segue, portanto, a forma de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://www.blogporta80.com.br/conteudo/2010/06/02/kde43.png" width="100%"></center></p>
<p>Uso o <strong>KDE 4.3.3</strong> no desktop do trabalho. Excelente interface. Leve, bonita e fácil de usar.</p>
<p>Logo de cara a primeira coisa que percebi foi a mudança na forma de modificar o tema. </p>
<p>Não ficou difícil de o fazer, mas percebi que haveriam muitos posts em Fóruns abordando o assunto.</p>
<p>Segue, portanto, a forma de alterar e de instalar novos temas:</p>
<p>1 &#8211; Clique no <strong>K-Menu</strong> > <strong>Aplicativos</strong> > <strong>Configurações</strong> > <strong>Configurações do Sistema</strong>. Será exibida a seguinte janela:</p>
<p><center><img src="http://www.blogporta80.com.br/conteudo/2010/06/02/aparencia.png" width="100%"></center></p>
<p>Clique no ícone &#8220;Aparência&#8221;.</p>
<p>Na janela seguinte, destacada a seguir, clique em <strong>Estilo</strong> localizado no menu lateral esquerdo. A seguir, clique na aba <strong>Espaço de Trabalho</strong>:</p>
<p><center><img src="http://www.blogporta80.com.br/conteudo/2010/06/02/estilo.png" width="100%"></center></p>
<p>Escolha o tema e clique em <strong>Aplicar</strong>.</p>
<p>Para instalar novos temas, clique no botão &#8220;Obter novos temas&#8230;&#8221;</p>
<p>Fácil igual contar até 10!</p>
<p>Você ainda pode customizar seu tema navegando nas demais opções.</p>
<p>Lembrando que o KDE 4.4 já está aí!</p>
<p>Abraços!</p>


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		<title>Artigo &gt; NMAP</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 19:31:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[NMAP]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo irá explicar como instalar e utilizar algumas funções do Nmap. Todos os comandos foram testados com a versão 3.48 do Nmap. É bem provável que alguns comandos não funcionem em versões mais antigas. Todos os comandos são executados como usuário “root”, pois alguns tipos de varreduras dependem de privilégios do sistema. Vamos lá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo irá explicar como instalar e utilizar algumas funções do Nmap. Todos os comandos foram testados com a versão 3.48 do Nmap. É bem provável que alguns comandos não funcionem em versões mais antigas. Todos os comandos são executados como usuário “root”, pois alguns tipos de varreduras dependem de privilégios do sistema. Vamos lá !!!</p>
<p><strong>Instalação:</strong></p>
<p>No Debian, use o apt-get para o instalar:</p>
<blockquote><p>$ sudo apt-get install nmap</p></blockquote>
<p><strong>Usando o Nmap</strong><br />
O Nmap fornece, de uma maneira geral, a relação de computadores e serviços ativos. Existem diversas formas e parâmetros a serem informados durante uma varredura.</p>
<p>Para uma melhor compreensão está sendo dividido em dois tópicos as explicações: “Métodos de Varredura” e “Opções Gerais”.</p>
<p><strong>Métodos de Varredura:</strong></p>
<p><strong>-sP</strong><br />
Ping scan: Algumas vezes é necessário saber se um determinado host ou rede está no ar. Nmap pode enviar pacotes ICMP “echo request” para verificar se determinado host ou rede está ativa. Hoje em dia, existem muitos filtros que rejeitam os pacotes ICMP “echo request”, então envia um pacote TCP ACK para a porta 80 (default) e caso receba RST o alvo está ativo. A terceira técnica envia um pacote SYN e espera um RST ou SYN-ACK.</p>
<p><strong>-sR</strong><br />
RCP scan: Este método trabalha em conjunto com várias técnicas do Nmap. Ele considera todas as portas TCP e UDP abertas e envia comandos NULL SunRPC, para determinar se realmente são portas RPC. É como se o comando “rpcinfo -p” estivesse sendo utilizado, mesmo através de um firewall ( ou protegido por TCP wrappers ).</p>
<p><strong>-sS</strong><br />
TCP SYN scan: Técnica também conhecida como “half-open”, pois não abre uma conexão TCP completa. É enviado um pacote SYN, como se ele fosse uma conexão real e aguarda uma resposta. Caso um pacote SYN-ACK seja recebido, a porta está aberta, enquanto um como resposta indica que a porta está fechada. A vantagem dessa abordagem é que poucos irão detectar esse scanning de portas.</p>
<p><strong>-sT</strong><br />
TCP connect() scan: É a técnica mais básica de TCP scanning. É utilizada a chamada de sistema (system call) “connect()” que envia um sinal as portas ativas. Caso a porta esteja aberta recebe como resposta “connect()”. É um dos scan mais rápidos, porém fácil de ser detectado.</p>
<p><span id="more-2540"></span><br />
<strong>-sU</strong><br />
UDP scan: Este método é utilizado para determinar qual porta UDP está aberta em<br />
um host. A técnica consiste em enviar um pacote UDP de 0 byte para cada porta<br />
do host. Se for recebido uma mensagem ICMP “port unreachable” então a porta<br />
está fechada, senão a porta pode estar aberta. Para variar um pouco, a Microsoft<br />
ignorou a sugestão da RFC e com isso a varredura de máquinas Windows é muito<br />
rápida.</p>
<p><strong>-sV</strong><br />
Version detection: Após as portas TCP e/ou UDP serem descobertas por algum dos métodos, o nmap irá determinar qual o serviço está rodando atualmente. O arquivo nmap-service-probes é utilizado para determinar tipos de protocolos, nome da aplicação, número da versão e outros detalhes.</p>
<p><strong>-sF, -sX, -sN</strong><br />
Stealth FIN, Xmas Tree ou Null: Alguns firewalls e filtros de pacotes detectam pacotes SYN&#8217;s em portas restritas, então é necessário utilizar métodos avançados para atravessar esses softwares. </p>
<p>	<strong>FIN:</strong> Portas fechadas enviam um pacote RST como resposta a pacotes FIN, enquanto portas abertas ignoram esses pacotes. (Esse método não funciona com a plataforma Windows, uma vez que a Microsoft não seguiu RFC73)</p>
<p>	<strong>Xmas Tree:</strong> Portas fechadas enviam um pacote RST como resposta a pacotes FIN, enquanto portas abertas ignoram esses pacotes. As flags FIN, URG e PUSH são utilizados no pacotes FIN que é enviado ao alvo. (Esse método não funciona com a plataforma Windows, uma vez que a Microsoft não seguiu RFC 973)</p>
<p>	<strong>Null:</strong> Portas fechadas enviam um pacote RST como resposta a pacotes FIN, enquanto portas abertas ignoram esses pacotes. Nenhuma flag é ligada no pacote FIN. (Esse método não funciona com a plataforma Windows, uma vez que a Microsoft não seguiu RFC 973)</p>
<p><strong>Opções Gerais</strong></p>
<p><strong>-D</strong> <decoy1 [,decoy2][,VOCE],...><br />
Durante uma varredura, utiliza uma série de endereços falsificados, simulando que o scanning tenha originado desses vários hosts, sendo praticamente impossível identifiicar a verdadeira origem da varredura.</p>
<blockquote><p>Ex.: nmap -D IP1,IP2,IP3,IP4,IP6,SEU_IP alvo</p></blockquote>
<p><strong>-F</strong><br />
Procura pelas portas que estão no /etc/services. Método mais rápido, porém não procurar por todas as portas. </p>
<blockquote><p>Ex.: nmap -F alvo</p></blockquote>
<p><strong>-I</strong><br />
Se o host estiver utilizando o ident, é possível identificar o dono dos serviços que estão sendo executados no servidor (trabalha com a opção -sT) </p>
<blockquote><p>Ex.: nmap -sT -I alvo</p></blockquote>
<p><strong>-n</strong><br />
Não irá resolver nome de hosts a ser varrido.</p>
<blockquote><p>Ex.: nmap -n alvo</p></blockquote>
<p><strong>-O</strong><br />
Ativa a identificação do host remoto via TCP/IP. Irá apresentar versão do Sistema Operacional e tempo ativo.</p>
<blockquote><p>Ex.: nmap -O alvo</p></blockquote>
<p><strong>-p</strong>
<lista_de_portas>
Especifica quais portas devem ser verificadas na varredura. Por default, todas as portas entre 1 e 1024 são varridas.</p>
<blockquote><p>Ex.: nmap -p 22,80 alvo</p></blockquote>
<p>nmap -p U:53,111,137,T:21-25,80,139,8080</p>
<p><strong>-P0</strong><br />
Não tenta pingar o host antes de iniciar a varredura. Isto permite varrer alvos que<br />
bloqueiam ICMP “echo request (ou responses)” através de firewall.</p>
<blockquote><p>Ex.: nmap -P0 alvo</p></blockquote>
<p><strong>-PS</strong>[lista_de_portas]<br />
Usa pacotes SYN para determinar se o host está ativo.</p>
<blockquote><p>Ex.: nmap -PS80 alvo</p></blockquote>
<p><strong>-PT</strong>[lista_de_portas]<br />
Usa TCP “ping” para determinar se o host está ativo.</p>
<blockquote><p>Ex.: nmap -PT80 alvo</p></blockquote>
<p><strong>-R</strong><br />
Irá resolver nome de hosts a ser varrido.</p>
<blockquote><p>Ex.: nmap -R alvo</p></blockquote>
<p><strong>-r</strong><br />
A varredura será feita nas portas randomicamente, não seguinte a ordem crescente.</p>
<blockquote><p>Ex.: nmap -r alvo</p></blockquote>
<p><strong>-T</strong> <Paranoid|Sneaky|Polite|Normal|Aggressive|Insane><br />
Esse parâmetro seta a prioridade de varredura do Nmap:</p>
<li>Paranoid (-T5) é muito lento na esperança de prevenir a detecção pelo sistema IDS. Este serializa todos os scans (scanning não paralelo) e geralmente espera no mínimo 5 minutos entre o envio de pacotes.</li>
<li> Sneaky (-T4) é similar ao Paranoid, exceto que somente espera 15 segundos entre o envio de pacotes.</li>
<li> Polite (-T3) tem o significado para facilitar a carga na rede e reduzir as chances de travar a máquina. Ele serializa os testes e espera no mínimo 0.4 segundos entre eles.</li>
<li> Normal (-T2) é o comportamento default do Nmap, o qual tenta executar tão rápido quanto possível sem sobrecarregar a rede ou perder hosts/portas.</li>
<li> Aggressive(-T1) esse modo adiciona um timeout de 5 minutos por host e nunca espera mais que 1.25 segundos para testar as respostas.</li>
<li> Insane (-T0) é somente adequando para redes muito rápidas ou onde você não se importa em perder algumas informações. Nesta opção o timeout doshosts acontecem em 75 segundos e espera somente 0.3 segundos por teste individual.</li>
<p><strong>-ttl</strong> <valor><br />
Altera o valor do TTL (Time to Live), dessa forma dificulta a origem do pacote.</p>
<blockquote><p>Ex.: nmap -ttl 55 alvo</p></blockquote>
<p><strong>-v</strong><br />
Modo verbose. Mostra tudo o que está se passando.</p>
<blockquote><p>Ex.: nmap -v alvo</p></blockquote>
<p><strong>Flag não documentada</strong></p>
<p>O nmap tem uma flag não documentada, a flag é: <strong>&#8211;scanflags</strong>. Com ela é possível especificar flags arbitrárias usando nomes de flags ou número. Nesse exemplo estamos usando uma varredura SYN-FIN.</p>
<blockquote><p>nmap -sS –scanflags SYNFIN -O alvo</p></blockquote>
<p>Exemplos de utilização</p>
<blockquote><p>nmap -v alvo</p></blockquote>
<p>Esta opção faz a varredura de todas as portas TCP reservadas.</p>
<blockquote><p>nmap -sS -O alvo/24</p></blockquote>
<p>Lança uma varredura TCP Syn contra cada máquina que está ativa, abrangendo todas as 255 máquinas de classe “C” onde alvo faz parte. Além disso determina o<br />
sistema operacional de cada host.</p>
<blockquote><p>nmap -sX -p 22,53,110,143 alvo</p></blockquote>
<p>Envia uma varredura Xmas Tree para o alvo, além de varrer somente os serviços de sshd, Dns, pop3d e imapd.</p>


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		<title>Linux &gt; Permissões de Arquivos e Pastas</title>
		<link>http://www.blogporta80.com.br/2010/03/linux-permissoes-de-arquivos-e-pastas/</link>
		<comments>http://www.blogporta80.com.br/2010/03/linux-permissoes-de-arquivos-e-pastas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 20:59:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Para gravar dados em uma determinada pasta no Linux ou manipular arquivos nesta plataforma, assim como no Windows, é preciso ter permissão para tanto. Porém, diferentemente do Windows, o Linux possui um sistema mais bem estruturado. Em meu desktop, listei os arquivos da pasta /home/will/Downloads/ArquivosDeImagens com o comando ls -l. O resultado pode ser visto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para gravar dados em uma determinada pasta no <strong>Linux</strong> ou manipular arquivos nesta plataforma, assim como no <strong>Windows</strong>, é preciso ter permissão para tanto.</p>
<p>Porém, diferentemente do Windows, o Linux possui um sistema mais bem estruturado.</p>
<p>Em meu desktop, listei os arquivos da pasta /home/will/Downloads/ArquivosDeImagens com o comando <strong>ls -l</strong>. O resultado pode ser visto a seguir:</p>
<blockquote><p>will@dell:~/Downloads/ArquivosDeImagens$ ls -l<br />
total 108<br />
-rw-r&#8211;r&#8211; 1 will will  2397 2010-03-19 17:05 alegria.jpeg<br />
-rw-r&#8211;r&#8211; 1 will will 42725 2010-03-19 17:06 conquista.jpg<br />
-rw-r&#8211;r&#8211; 1 will will 34702 2010-03-19 17:07 forca.jpg<br />
-rw-r&#8211;r&#8211; 1 will will 23674 2010-03-19 17:07 honra.jpg</p></blockquote>
<p>Na ordem da esquerda para a direita, o comando retorna as permissões dos arquivos, a quantidade de diretórios, o Owner, o Grupo, o tamanho, a data, a hora e o nome do arquivo/diretório.</p>
<p>De todos os valores que o comando retorna, nos interessa as <strong>permissões</strong>, o <strong>Owner</strong> e o <strong>grupo</strong>.</p>
<p>Observemos os caracteres <strong>-rw-r&#8211;r&#8211;</strong>. Eles indicam a permissão do arquivo para o Owner, o Grupo e qualquer outro requisitor que tente manipulá-lo.</p>
<p>Os 3 primeiros caracteres pertencem ao Owner. O Grupo possui os 3 caracteres seguintes. Os últimos 3 caracteres pertencem a qualquer outro requisitor.</p>
<p><strong>As letras representam:</strong></p>
<table width="100%" align="center" style="border:1px solid #999999; margin:5px; padding:2px;">
<td><strong>r</strong> = permissão de leitura (read);<br />
<strong>w</strong> = permissão de gravação (write);<br />
<strong>x</strong> = permissão de execução (execution);<br />
<strong>-</strong> = sem permissão.</td>
</table>
<p>Portanto, meus arquivos estão com a seguinte permissão:</p>
<table width="100%" align="center" style="border:1px solid #999999; margin:5px; padding:2px;">
<td><strong>Owner</strong>: Leitura e Escrita (rw-)<br />
<strong>Grupo</strong>: Leitura (r&#8211;)<br />
<strong>Outros</strong>: Leitura (r&#8211;)</td>
</table>
<p>Para alterar permissões, usa-se o comando <strong>chmod</strong>. Sua sintase é:</p>
<blockquote><p><strong>chmod</strong> [permissao] [arquivo/diretorio]</p></blockquote>
<p>As permissões existentes são:</p>
<table width="100%" align="center" style="border:1px solid #999999; margin:5px; padding:2px;">
<td width="100">
&#8212;&#8212;&#8212;<br />
r&#8212;&#8212;&#8211;<br />
r&#8211;r&#8211;r&#8211;<br />
rw&#8212;&#8212;-<br />
rw-r&#8211;r&#8211;<br />
rw-rw-rw-<br />
rwx&#8212;&#8212;<br />
rwxr-x&#8212;<br />
rwxr-xr-x<br />
rwxrwxrwx</td>
<td>000<br />
400<br />
444<br />
600<br />
644<br />
666<br />
700<br />
750<br />
755<br />
777</td>
</table>
<p>Para alterar o <strong>Owner</strong> e/ou o <strong>Grupo</strong>, usa-se o comando <strong>Chown</strong>. A sintaxe é tão simples quanto o chmod.</p>
<blockquote><p><strong>chown</strong> NovoUsuario:NovoGrupo [arquivo/pasta]</p></blockquote>
<p>Por enquanto é isso. Em breve detalharei melhor as várias vertentes deste assunto.</p>
<p>Até a próxima.</p>


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